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Interdição em Taquara causa preocupação em outros hospitais

Sem a disponibilidade do Hospital de Caridade, a busca por atendimento está se refletindo  em outros estabelecimentos de saúde da

Sem a disponibilidade do Hospital de Caridade, a busca por atendimento está se refletindo  em outros estabelecimentos de saúde da região. Neste primeiro momento, o mais afetado parece ser o São Francisco de Assis, de Parobé, onde o número de internações simplesmente dobrou desde que a instituição taquarense parou de atender.
No começo desta semana, todos os 70 leitos do hospital parobeense estavam ocupados, e o número de consultas diárias no pronto-socorro noturno havia saltado de 60 para 120. O administrador da casa, Fernando Branco, salientou que a situação é insustentável a longo prazo e que o Caridade é indispensável para o sistema de saúde da região.
No Hospital Bom Pastor de Igrejinha, por enquanto, ainda não houve efeitos mais drásticos. Mesmo assim, a administradora do hospital, Gorete Sander, deixou claro que o Bom Pastor não dispõe de estrutura física para dar conta de uma demanda muito maior do que a atual. Além dos hospitais de Parobé e Igrejinha, sabe-se que pacientes taquarenses também estão sendo destinados a outros estabelecimentos do Vale do Paranhana, bem como do Vale do Sinos, especialmente de Sapiranga e da Grande Porto Alegre.

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