
O ex-prefeito interino de Parobé, Moacir Jagucheski (Cidadania), participou, nesta terça-feira (22), de entrevista ao programa Painel 1490 da Rádio Taquara. Na ocasião, falou da aprovação da prestação de contas de sua gestão à frente do Executivo, por um ano e oito meses, de janeiro de 2017 a agosto de 2018. A decisão foi tomada na semana passada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ressaltada por Moacir como resposta a críticas que sofreu de adversários políticos, em especial no ano passado, de eleição municipal.
Moacir foi eleito vereador no pleito de 2016, mas acabou assumindo a prefeitura por conta do impedimento para a posse do então candidato a prefeito mais votado naquele pleito, Irton Feller (MDB). Na disputa à presidência da Câmara, Jagucheski venceu o pleito, o que o levou à chefia do Executivo. Depois, quando Feller conseguiu assumir a prefeitura, Moacir voltou para a Câmara, na condição de presidente do Legislativo até o final do ano de 2018.
O ex-prefeito interino reclamou que seus adversários políticos utilizaram, em especial no pleito municipal de 2020, apontamentos que teriam sido feitos pelo TCE na análise da prestação de contas. Contudo, segundo ele, este tipo de situação é normal, e foram esclarecidos por sua equipe jurídica. Com isso, reforça Moacir, foi possível obter a aprovação da prestação de contas no julgamento final da matéria, por unanimidade entre os conselheiros do Tribunal. O ex-prefeito diz que espera, agora, que os acusadores façam retratações por conta das situações levantadas.
Jagucheski disse que sempre teve a consciência de que atuou dentro da legislação em sua passagem pelo Executivo. Contudo, as acusações levantadas, segundo ele, provocaram constrangimentos, principalmente ao ser questionado pelas pessoas por conta dos temas colocados em discussão. Além disso, Moacir afirmou que a Câmara de Vereadores chegou a abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a chamada CPI do Cofre, a partir de denúncias feitas pelo atual prefeito, Diego Picucha (PDT). Contudo, disse Moacir, essa CPI mostrou que não havia irregularidades em relação ao recurso do cofre da prefeitura, e apenas conciliações contábeis que não tinham sido realizadas.


