Parobé –
O ano que está iniciando ainda não tem um cenário definido para o setor calçadista. Esta é a avaliação do presidente do Sindicato dos Sapateiros de Parobé, João Pires. Para ele, só após os resultados das feiras que acontecem neste começo de ano, como a Couromoda, é que será possível traçar um diagnóstico dos próximos meses no setor. Se for levado em conta o fechamento de 2013, Pires afirma que não é possível ser otimista, “visto que o ano não terminou bem”, e defendeu programas de diversificação econômica e geração de empregos.
Pires concedeu recentemente entrevista ao programa Painel 1490, da Rádio Taquara. Segundo ele, no final de 2013 várias empresas concederam férias aos empresários, e o retorno deste período de descanso vem acontecendo com dificuldades. “Muitos ateliers estão tendo problemas na negociação com as grandes fábricas”, comentou Pires, salientando que a indústria calçadista parobeense tem nos ateliers uma forte concentração de mão-de-obra.


