O despacho de Eduardo de Camargo foi emitido nesta semana. A Prefeitura de Taquara tenta comprar por mais de quatro milhões de reais os imóveis da Sociedade Hospitalar de Caridade. O recurso seria utilizado no pagamento de parte dos débitos trabalhistas da entidade e a administração municipal vê a compra direta como uma forma de afastar a possibilidade de realização de um novo leilão dos bens do Caridade. O juiz trabalhista pediu na segunda-feira um parecer do Ministério Público do Trabalho sobre a proposta da Prefeitura. Solicitou também a notificação de todos os advogados que possuem ações trabalhistas contra o Caridade no Foro de Taquara. No mesmo despacho, o magistrado determinou ainda à segunda Vara Federal de Novo Hamburgo que não realize qualquer repasse à Sociedade Hospitalar de Caridade nas ações contra a União movidas pela entidade. Segundo Eduardo de Camargo, o dinheiro também será utilizado para pagar parte do passivo trabalhista.
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