O sinistro aconteceu na noite de 24 de outubro do ano passado. Há duas semanas, a Polícia Civil recebeu o laudo da perícia sobre o fogo, mas considerou o documento inconclusivo. Segundo o delegado Luiz Carlos Aguiar de Abreu, o laudo diz que o fogo começou numa pequena mesa, mas não especifica por qual motivação o objeto pegou fogo, se foi por um circuito ou por alguém que provocou as chamas. Na avaliação de Luiz Carlos, o laudo não é conclusivo, pois não aponta indício de autoria. Com isso, o delegado anunciou que seriam solicitadas complementações ao perito responsável. Além disso, segundo o delegado, a Polícia dará continuidade ao inquérito, com a coleta do depoimento de testemunhas. Estão sendo ouvidos serviços do Legislativo e todas as pessoas que frequentaram a Câmara no dia do incêndio. A Polícia Civil também deverá tomar o depoimento de vizinhos do prédio do Legislativo. Por enquanto, o delegado Luiz Carlos não afirma que o incêndio foi o não criminoso, uma vez que o laudo, documento até então apontado como essencial, não se mostrou conclusivo a respeito do assunto.


