Perfil

Leandro Kunst

Aos 40 anos, Leandro Roberto Kunst é o presidente da 27ª Oktoberfest. Natural de Igrejinha, é formado em Engenharia Civil pela UFRGS, onde fez sua especialização em Engenharia de Produção e fez, ainda, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Filho de Hugo Aloys Kunst e Lili Cecília Kunst (em memória), é casado com Tatina Kunst e pai dos gêmeos Caio e Rafael.

Em que momento, e de que forma, surgiu o interesse pela engenharia?
Surgiu na adolescência, em função da empresa da família ser da área de construção. Se tornou mais forte ao final do curso técnico no CIMOL, quando recebi o incentivo final de meu irmão Paulo Ricardo e do meu tutor, Charles Klein.

Como é para você poder estar à frente da Oktoberfest?
É um desafio enorme, daqueles que geram um frio na barriga e que fazem a adrenalina correr na veia. É a contrapartida social que cada cidadão, que teve sua formação em escolas públicas e que tem seus negócios na cidade, deve dar à comunidade. Também posso falar da minha alegria em poder fazer e reviver amizades.

Como você vê o papel da Oktoberfest na preservação da cultura germânica na região?
Sem a Oktoberfest, que é um dos maiores projetos sócio-culturais do Brasil, muitas bandinhas típicas, grupos de dança, corais, não existiriam mais. É fundamental essa preservação. Nossa programação é em torno de 90% composta por bandas e bandinhas típicas. Há shows nacionais para que haja um público maior e que a cadeia de valor do evento seja maior. Não haveria resultado completo se não tivesse os shows mesclados com as bandas tradicionais.

Como você se define?
Sou audacioso, inquieto e extremamente dedicado. Sempre buscando relacionamentos harmoniosos com as pessoas com as quais convivo.

Um sonho: Ser reconhecido por me manter na vanguarda tecnológica sempre. Não quero jamais me acomodar, mesmo que anos passem e consumam minhas energias.

O que lhe tira do sério?
Falta de comprometimento, pessimismo e pessoas que arrumam desculpas. Além da falta de humildade.

Qual seu hobby?
Motociclismo, que exige que sua cabeça esteja focada apenas no veículo e na estrada.

Um lugar: Patagônia argentina e chilena. Paisagem deslumbrante com características selvagens ainda.

Uma lição de vida: Minha mãe, que partiu muito jovem, mas que soube sempre ter equilíbrio e manter a união da família. Passou por uma doença que lhe tirou a vida e jamais se queixou.

Um filme: Um Domingo Qualquer, de Oliver Stone.

Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal:
Acreditem no seu potencial, nós temos uma capacidade ilimitada. Nós somos do tamanho que queremos e que acreditamos. Ser honesto consigo e com suas convicções, para depois ser honesto com o próximo. Valorizar a todos e saber que jamais conseguirás agradar a todos. E finalizando, não tenhas a pretensão de conquistar o mundo sozinho.

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