“Cada dia tem que ser uma história diferente”, explica Bruna Bischoff Herrmann, de quatro anos. Ela e sua irmã Laura não dormem sem antes ouvir o pai ler um livrinho. As gêmeas foram habituadas ao contato com as obras infantis desde bem pequenas, quando ainda eram bebês e ganharam livros de banho para brincar. “Quando termino de contar a história elas dão boa noite e vão dormir”, conta o pai, Carlos Herrmann.
De acordo com ele, tudo teve início na escola infantil que as meninas frequentam. “Nas avaliações que recebíamos vinha escrito que elas tinham muita interatividade com os livros e então resolvemos manter isso também em casa”, destaca. No ano passado Carlos e sua esposa Eunice Bischoff Herrmann levaram as filhas na Feira do Livro de Taquara, o que, segundo eles, também pesou bastante para manter o hábito da leitura. O casal trabalha o dia inteiro fora e, à noite, é um dos únicos momentos que pode dar atenção às filhas gêmeas. E a leitura é vista pela família como uma forma de qualificar este tempo. O resultado desta prática, facilmente identificado pelos pais no dia a dia das meninas foi abordado na matéria, que pode ser lida na íntegra na edição impressa desta semana.
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