Conte um pouco da sua história.
Comecei a cantar bem cedo, por influência da minha família materna. Com cinco ou seis anos, eu participava de concursos de beleza e, nas apresentações de habilidades, costumava cantar. Foi assim que iniciei o processo. Depois, fui deixando as passarelas e me dedicando à música. Mais tarde, decidi participar do CTG, mas não levava jeito para dança. Foi quando minha mãe começou a pesquisar concursos de música em rodeios. Assim surgiu o gosto pela música nativista.
Como aconteceu sua participação no The Voice Kids?
A inscrição foi uma decisão repentina! Uma ex-professora sugeriu que eu participasse do processo de seleção. Vi os anúncios na televisão e decidi enviar meu vídeo. A confirmação foi uma surpresa! O prazo já estava encerrando, pensei que não tinha sido escolhida. Ficamos muito felizes!
Como foi a preparação para o programa?
Comecei a fazer aulas de canto. Ensaiava todos os dias. Baixei vídeos de técnicas vocais na internet. E as noções de palco foram trabalhadas com ajuda do meu professor de teatro da escola, João Ieffet.
Como você avalia sua participação?
O The Voice sempre será um marco na minha vida. Foi um momento especial, inesquecível. Não é todo dia que a gente aparece na TV! Também fiz amizades e mantenho contato com outras crianças participantes. O clima era muito bom! Eu esperava uma competição com rivalidade, mas desenvolvemos um sentimento de carinho e amizade muito maior. Pretendo continuar cantando e buscando uma trajetória na música.
O que gosta de fazer nas horas vagas?
Gosto bastante de ler. Sou viciada em leitura! Também assisto séries e filmes. Faço rapel e escalada com meu pai. Mas agora estou muito focada nos estudos para o concurso de admissão do colégio militar.
Uma habilidade especial: Além de cantar? Sou bem comunicativa, tenho facilidade para me relacionar com as pessoas.
Como você se define? Alegre, engraçada e bastante sincera. Também sou focada nos meus objetivos.
O que gosta de ouvir: Música nacional. Gosto de reggae, rap, MPB e rock nacional – bandas como Legião Urbana, Skank. E pop internacional!
O que lhe tira do sério? Falsidade. E quando as pessoas não confiam em mim.
Um lugar: Minha casa! Não tem nada melhor do que estar em casa com a família.
Deixe uma mensagem para os leitores:
“Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido a provas e até rejeitado.” (Xico Xavier) Me identifico com essa frase; Tenho a música no meu coração e desejo transmiti-la para as pessoas. Sei que nem sempre vou agradar, mas isso não me fará parar.


