Em Parobé, o presidente do Sindicato dos Sapateiros, João Pires, diz que a situação não é das melhores. Segundo ele, algumas empresas deram férias em setembro, época que, em anos anteriores, não se falava em parada. Já em Taquara, o presidente do Sindicato dos Sapateiros, Sílvio Kirsch, diz que algumas empresas estão fechando e que, desde 2002, a produção vem sofrendo uma queda gradativa. Já em Igrejinha, a situação se mantém estável há dois anos, sem grandes demissões. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Sapateiros da cidade, Luiz Carlos Cardoso. Todos os três dirigentes concordam que a rotatividade de funcionários dentro das empresas calçadista sé um problema comum nos municípios da região.


