Perfil

LUIZ MAXIMINO PEDROTTI

Ele nasceu em Descanso, em Santa Catarina, e hoje vive em Três Coroas, onde é comandante dos Bombeiros. É filho de David Pedrotti e Alice Loraschi Pedrotti, e casado com Rosmeri de Fátima Brito. Luiz está com 38 anos.

Do extremo oeste de Santa Catarina para Três Coroas. Como se deu esta mudança?

Aos 18 anos deixei a família no interior de Santa Catarina vim trabalhar no vale do Paranhana, através de um grande amigo, hoje já falecido. Trabalhei vários anos como cobrador, batendo de porta em porta, e assim conheci muitos lugares e cidades, mas também encontrei muitas dificuldades, que me deixaram uma a lição de sempre ser forte e persistente.
E sua história nos bombeiros, quando iniciou?

Decidi virar bombeiro porque era algo que me encantava, e que depois me fez realmente feliz. Então, em 2008, comecei como voluntário em Igrejinha. No ano seguinte, me mudei para Três Coroas e passei a atuar aqui, também como voluntário, e meses depois fui efetivado. Depois, meu esforço, dedicação e trabalho, resultaram no convite para assumir como comandante, em fevereiro de 2015, convite que aceitei com muito orgulho.
E como é ser um bombeiro?

É o que eu realmente gosto, é gratificante demais poder salvar uma vida. Além disso, meu maior desafio é ensinar, fazer com que as pessoas adotem uma postura com mais respeito e responsabilidade em relação ao trânsito e meio ambiente, por exemplo.
Como você se define? Sou uma pessoa simples, sincera, defendendo uma educação que comece na estrutura familiar.

O que lhe tira de si? Mentiras, fofoca, falsidade.
O que gosta de fazer em seu tempo livre?

Gosto de andar pela mata.
E o que você prefere ouvir?

As músicas do velho Teixeirinha.
Do que você se orgulha?

Dos meus pais, que me ensinaram a viver, trabalhar, estudar e seguir de forma honesta os princípios do ser humano.
Quem você tem como exemplo pessoal?

Muitas pessoas, pela sua coragem, luta, conquistas. Porém, gostaria de destacar as muitas pessoas que aos 65 anos recebem um salário mínimo e precisam comprar remédios, alimentos, vestuário, e apesar das dificuldades, conseguem viver de forma digna.
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