Márcio, você preside uma das principais festas germânicas do país. Conte sobre sua história com a cultura:
Desde criança estive envolvido com ações culturais, pois minha mãe participava de corais e meu pai integrava a diretoria da Sociedade 10 de Novembro. Depois, em 1988, tive contato com a dança alemã na escola em que estudava, e em 1992 ingressei no Grupo de Danças Kirchleinburg, do qual ainda sou membro e tenho um vínculo muito forte e orgulho em participar.
E sua trajetória profissional, como é?
Iniciei trabalhando na indústria calçadista, onde atuei por 20 anos. Ali trabalhava em áreas vinculadas a planejamento de produção e administração. Depois, migrei para o setor de eventos, onde trabalho até hoje ao lado de meu irmão, Marcos, com uma empresa de eventos e locação de materiais para festas.
Como você se aproximou da Oktoberfest?
Foi através do trabalho do Grupo Kirchleinburg. A partir da quinta edição da festa, passamos a nos apresentar nela, e a partir da 15º, junto com mais alguns integrantes do Kirchleinburg, iniciamos a realização dos Jogos Germânicos. Nos anos seguintes, passei a integrar a Comissão de Cultura e, posteriormente, a Comissão de Bandas. Em 2011, fui convidado para integrar a diretoria, o que culminou com o convite para vice-presidência em 2014 e para ser presidente em 2015.
E como é para você estar à frente da Oktoberfest?
É motivo de muito orgulho e de grandes responsabilidades, principalmente pelo fato de representar todos os voluntários que fazem da nossa festa este grande sucesso.
Como você se define?
Uma pessoa simples que gosta de conversar.
Qual seu hobby? Dançar e jogar futebol.
Do que você se orgulha? De ter muitos amigos, da minha família e do trabalho pelo próximo.
Quem você tem como exemplo?
Meu pai, pois me educou para a vida, ensinando principalmente a ter caráter e respeito.
Um livro: “A máquina que mudou o mundo”.
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“Que possamos com nossas ações vivermos nossa vida e deixarmos um futuro melhor para as próximas gerações”.


