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Depois de acidente, Edison luta pelos direitos de deficientes físicos

IGREJINHA – Em outubro de 2010, Edison Rodrigo dos Santos andava de moto quando um carro cortou sua frente. Apesar

IGREJINHA – Em outubro de 2010, Edison Rodrigo dos Santos andava de moto quando um carro cortou sua frente. Apesar de ter sido lançado sobre o veículo, sofreu apenas ferimentos leves. O que o jovem, então com 28 anos, não sabia é que um banho em uma cascata um mês depois mudaria sua vida. Em 21 de novembro, numa tarde de domingo, Edison fraturou duas vértebras ao cair na água. Hoje, cadeirante, defende uma cidade com mais acessibilidade através de uma associação e de um conselho municipal.

 

Edison vive no loteamento Morada Verde com a esposa, a filha de treze anos, seus três cães e busca uma vida mais digna aos deficientes físicos. Por isso, há dois anos atua no Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e há pouco menos na Associação Municipal das Pessoas com Deficiência. Segundo ele, Igrejinha ainda não é uma cidade adaptada para cadeirantes e demais deficientes físicos.

 

“Quando criamos a Associação, fizemos um levantamento e, com ele, descobrimos que nossa cidade tem cerca de mil cadeirantes. Estas pessoas simplesmente não são vistas pelas ruas, prova da falta de acessos e calçadas adaptadas. No grupo, nosso primeiro objetivo é melhorias para nossa locomoção na cidade. Depois, queremos continuar progredindo nas conquistas, seguindo o exemplo de entidade que atua na mesma área, em Novo Hamburgo, que dispõe de academia para fisioterapia, oferece cursos de informática e realiza outras atividades”, informou.

 

A matéria completa, com a história de Edison e o trabalho das entidades em prol dos deficientes físicos em Igrejinha, você confere na edição impressa do Panorama de 4 de julho.

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