Muitas curiosidades cercam a história do acervo do museu do Centro de Tradições Gaúchas O Fogão Gaúcho, inclusive o próprio fogão, que hoje está entre os itens de lida campeira e armamentos exibidos ao público na sede do CTG. Doado pela família Aguiar há alguns anos, o utensílio inspirador do nome do CTG, que completou 64 anos, se encontra em lugar de destaque entre espadas, celas, relhos e espingardas.
De acordo com o patrão do CTG, Genilton Altmeyer, tudo começou por acaso, quando pequenos objetos foram doados para enfeitar a entrada do CTG. “O museu iniciou pequeno, mas através de doações da comunidade e com a compra de alguns itens mais valiosos, hoje o espaço já ficou pequeno”, ponderou. Genílton lembrou que algumas das espingardas exibidas no museu foram usadas na Fuerra dos Farrapos, e mostrou também uma bala de canhão que sobrou da Guerra do Paraguai. Como curiosidade, o presidente destacou ainda os próprios livros de atas, que tiveram sua primeira edição em 1948, e incluem fatos e causos inusitados.


