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Ministério Público investiga supostas irregularidades na marcação de consultas em Taquara

O Ministério Público está investigando supostas irregularidades na marcação de consultas em Taquara. Em entrevista ao programa Painel 1490, da

O Ministério Público está investigando supostas irregularidades na marcação de consultas em Taquara. Em entrevista ao programa Painel 1490, da Rádio Taquara, na manhã desta terça-feira, o promotor criminal Flávio Duarte explicou que a investigação teve origem através de denúncias formalizadas na Capital. O esquema envolveria pacientes de Ivoti que, através de um endereço falso, conseguiram marcar suas consultas por meio da Secretaria de Saúde de Taquara. O promotor explicou que foram solicitadas informações ao governo do Estado, responsável por liberar as consultas e exames, a fim de dar andamento à investigação. Segundo Dutra, neste primeiro momento, a apuração busca entender de que forma ocorriam as supostas alterações nos dados. Depois, a investigação buscará identificar os servidores públicos envolvidos. O promotor não especificou um prazo para o término das investigações. 

 

Vereador anuncia pedido de CPI para apurar supostas irregularidades na marcação de consultas.

Eduardo Kohlrausch, do PDT, falou ao programa Painel 1490, da Rádio Taquara. Disse que protocolou o pedido na Câmara, mas precisa da assinatura de outros quatro colegas para que a Comissão Parlamentar de Inquérito possa ser instaurada de fato. Eduardo entende que cabe à Câmara apurar as supostas irregularidades que foram divulgadas a nível estadual, dizendo que é atribuição do Legislativo fiscalizar a regularidade dos serviços públicos. O vereador informou que já possui outras duas assinaturas ao requerimento. 

 

Prefeito de Taquara diz que CPI seria política e que administração está apurando denúncias por meio de sindicância.

Também em entrevista ao programa Painel 1490, da Rádio Taquara, o prefeito Tito Lívio Jaeger Filho rebateu a hipótese de instalação de uma CPI na Câmara de Vereadores. O chefe do Executivo entende a proposta como uma questão política, visando a desgastar a administração. Tito defendeu prudência no caso, ressaltando que o próprio Ministério Público ainda está tentando entender de que forma ocorreram as situações levantadas para ter a dimensão exata do caso. O prefeito disse que sua administração não compactua com qualquer irregularidade e que, tão logo ficou sabendo do assunto, por meio de reportagem da imprensa estadual, determinou a abertura de sindicância. Esta investigação interna da Prefeitura, segundo Tito, é conduzida por servidores concursados e tem prazo de 90 dias para concluir seus trabalhos. O prefeito disse que, paralelamente, estão sendo tomadas medidas para aperfeiçoar os controles na marcação de consultas.

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