Quais são as lembranças marcantes sobre sua história? Sempre fui um curioso de nascença, busquei aprender conforme sentia necessidade de criar. Fui ganhando clientes, pois meu trabalho é focado em resultados. Comecei na fotografia de eventos com equipamento muito simples, eu tinha 13 anos. Passei por muitos lugares que trabalham com comunicação. Hoje tenho uma equipe, pretendo aumentá-la. Sempre me envolvi em projetos sociais, desde o começo. Lembro que em 2012 comecei a viajar pelas competições das gincanas e não parei mais.
Conte-nos de sua relação com Taquara: Conheço a cidade há anos, desde os meus 12, pouco antes de atuar na fotografia. Desde o começo me relacionei bem com as pessoas daqui. Hoje, nos eventos, já sei até quem não pode aparecer nas fotos. Gosto de ajudar a região como posso; através de grupos dos quais participo, contribuo com a organização de eventos que beneficiam a comunidade. Aqui tenho melhor perspectiva de vida, nem penso em me mudar. Para trabalhar na região gasto menos tempo indo de uma cidade para outra, do que de um bairro para outro em Porto Alegre, por exemplo.
O que você gosta na sua personalidade? Sou alguém que sempre estimula as pessoas, procuro ajudar naquilo que for possível.
Como você se define profissionalmente? Publicitário em formação, fotógrafo por destino e gincaneiro por paixão. Procuro sempre estar onde o público está e ficar atento ao que as pessoas preferem na área de publicidade. Não faço nada totalmente sozinho, tenho suporte e apoio dos meus pais.
O que gosta de fazer no tempo livre? Pratico raft, para além da diversão, como um esporte alternativo que me faz exercitar o corpo.
Um hobby: participar de gincanas e praticar raft.
Um temor: acredito que tudo que acontece tem motivo, por isso prefiro não dar espaço para o medo.
Um filme: Velozes e Furiosos – Cronologia Completa.
Um prato: sushi, estrogonofe e churrasco.
Uma personalidade: Konrad Dantas – KondZilla e Everton Rosa.
O que você gosta de ouvir: sou eclético.
Deixe uma mensagem aos leitores do Panorama:
“Você não precisa ser melhor no que faz, o importante é fazer, mostrar, acreditar e divulgar, que dá certo.” KondZilla.


