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Oktoberfest mostra que pode conviver com a “lei seca”

Contrariando um receio inicial de que a venda do chope pudesse cair até 30%, a Oktoberfest de Igrejinha experimentou apenas

Contrariando um receio inicial de que a venda do chope pudesse cair até 30%, a Oktoberfest de Igrejinha experimentou apenas uma pequena redução no consumo do produto que é sua principal fonte de receita. Segundo dados divulgados no meio desta semana pela entidade organizadora, a Amifest, a vigésima primeira edição do evento recebeu 165 mil visitantes (incluindo também os bailes de escolha das soberanas e de lançamento da festa). Eles consumiram 156 mil litros de chope, quantidade que ficou abaixo do normal, mas não comprometeu o sucesso da vigésima primeira edição.
Mesmo assim, a festa bateu alguns recordes. O mais expressivo foi proporcionado pelo segundo sábado, que registrou o maior público de todas as edições: 42 mil visitantes. O mesmo aconteceu com os dois domingos: 21 mil pessoas no primeiro e 25 mil no segundo (foto).
À frente da organização, Valdir Zimmer também teve que administrar alguns problemas inesperados que aconteceram no segundo final de semana. Devido a queima de um transformador de luz numa rua próxima ao parque, o parque sofreu vários apagões, todos eles de curta duração. O segundo momento crítico desta Oktoberfest aconteceu na noite do último domingo e foi marcado pelo desabastecimento do principal produto do evento, o chope, deixando as torneiras secas por cerca de 50 minutos.

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