PAROBÉ – O Conselho Tutelar de Parobé realiza em média 15 atendimentos por dia. Muitos relacionados a abuso e violência sexual. A unidade está instalada no mesmo prédio e andar em que funciona a Secretaria do Meio Ambiente, com divisórias de repartição separando as salas. Essa situação, de acordo com o conselheiro Odirlei Zitkoski (foto), causa desconforto para as pessoas que vão ao local para relatar seus problemas, já que as conversas vazam facilmente entre os cômodos.
“Veja bem: atendemos a casos que precisam de sigilo. Mas, nestas condições fica difícil. A sala do meu colega fica ao lado dos bancos onde as pessoas esperaram atendimento. Todos que estão lá ficam sabendo o que acontece aqui dentro”, destaca Odirlei, que é atual coordenador do Conselho de Parobé.
Anteriormente, a unidade estava em um prédio exclusivo, mas, por problemas de infiltração, foi mudado para onde está desde o final de 2012. Odirlei conta que solicitou à Prefeitura outra sede, mas que o executivo ainda não deu resposta definitiva. “Esse lugar não te dá toda a segurança, não deixa a pessoa bem ambientada. Não temos nem espaço para recepcionar as mães e as crianças que são atendidas”, desabafa.
A matéria completa você confere na edição impressa de 16 de maio do Panorama. Nas bancas!


