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Pais de alunos de escola em Igrejinha se mobilizam para doar sangue no Centro de Coleta de Parobé

Ação ocorreu após um projeto desenvolvido por seus filhos, em sala de aula
Fotos: Divulgação/Prefeitura de Parobé

Após um projeto desenvolvido por seus filhos, em sala de aula, pais de alunos de uma escola da rede municipal de ensino, de Igrejinha, se mobilizaram para doar sangue, um simples gesto que pode causar uma reação em cadeia de solidariedade.

Conforme Natália Paola Brodbeck, professora da turma de 2º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Prefeito João Darcy Rheinheimer, de Igrejinha, após uma palestra sobre doação de sangue ministrada para os estudantes, seus pais se mobilizaram em uma grande ação social e, na quinta-feira (05), realizaram o ato coletivo de doar sangue no Centro Municipal de Coleta de Sangue de Parobé.

“Desenvolvi com os alunos o projeto ‘O Mistério do Líquido Vermelho’, para entenderem melhor como o sangue é produzido no nosso corpo. Uma das partes deste projeto envolveu conhecer mais sobre a doação de sangue. Para isso, recebemos na nossa escola profissionais do Centro Municipal de Coleta de Sangue de Parobé, em 25 de agosto, que conversaram com os estudantes e explicaram como funciona o processo de doação de sangue”, explica a professora.

Natália conta que, após a palestra, foi lançado um convite e um desafio: que os pais dos alunos se mobilizassem em uma grande ação social e doassem sangue. O resultado pode ser visto na manhã de quinta-feira, quando mais de 10 pais foram a Parobé fazer o gesto de amor ao próximo.

“Falando com os jovens, plantamos uma sementinha de conscientização sobre a importância de doar sangue e ajudar ao próximo que, além de criar novos doadores no futuro, já contagiou os pais com a importância de salvar vidas ajudando a suprir as necessidades dos bancos de sangue”, destaca Ana Elisa de Lima, secretária de Saúde de Parobé.

“Ao doar sangue, você está oferecendo a oportunidade de vida para alguém. Seu gesto altruísta pode fazer toda a diferença na recuperação e sobrevivência dessas pessoas”, pontua Lucas Fernandes, idealizador do Centro Municipal de Coleta de Sangue de Parobé.