Educação
  CONTRATURNO ESCOLAR

Parobé inaugura Instituto Quero-Quero e oferecerá oficinas aos alunos no contraturno escolar

As oficinas de canto e coral, hip hop, rap e poesia, inglês, robótica, capoeira, dança, teatro, grafiti, xadrez, entre outras, acontecerão no CTG Azaleia, no bairro Mariana.

Fotos: Divulgação/Prefeitura de Parobé



Os estudantes das escolas da rede municipal de Parobé contam agora com um projeto de contraturno escolar que oferece oficinas de canto e coral, hip hop, rap e poesia, inglês, robótica, capoeira, dança, teatro, grafiti, xadrez, entre outras.  Com a presença de alunos, pais, educadores e de autoridades, a Prefeitura inaugurou na noite desta quinta-feira, 28, o Instituto Quero-Quero, um projeto de educação integral para a rede municipal, que funcionará junto ao CTG Azaléia, no bairro Mariana.

Segundo o prefeito Diego Picucha, nesta fase inicial, o instituto deve atender cerca de 500 alunos, dividindo os alunos em duas unidades, ambas para o ensino fundamental. Uma delas contemplará os alunos de 1º ao 6º ano, com atividades no contraturno escolar de segunda a quinta-feira. Já a outra, abrange estudantes do 7º ao 9º, com programação nas sextas-feiras.  As oficinas começam no dia 4 de agosto, após as férias escolares de inverno.

“É uma oportunidade a mais de aprendizado que estamos colocando à disposição dos nossos alunos. Essas oficinas proporcionarão um melhor crescimento cognitivo dos alunos, principalmente neste momento em que eles vêm de um período longo em casa e necessitam mais do que nunca, de convívio social e desenvolvimento corporal. Esse é um sonho que colocamos em prática”, destaca Picucha.

Para integrar as oficinas, os alunos foram selecionados na rede escolar levando em conta critérios como aptidão para as oficinas, questões como vulnerabilidade socioeconômica, entre outros. “Além de desenvolver e potencializar os talentos que possuímos na rede municipal, levamos em considerações os nossos estudantes que estão vivendo uma situação de vulnerabilidade ou que estejam participando de programas sociais, de forma que também pudessem ser acolhidos, abrindo novas perspectivas em suas vidas e de suas famílias”, destaca a secretária de Educação Joana D’arc.