Além de Taquara, outra usina de lixo com irregularidades flagradas na região, na semana passada, foi a de Parobé. Nesta semana, a Prefeitura confirmou ao Panorama a adoção de medidas emergenciais, até que a irregularidade apontada seja sanada. O prazo é de 60 dias.
A empresa informou à Prefeitura, nesta semana, que vai construir o galpão exigido na central de transbordo, mas não teria outra área para fazer a operação temporariamente. Com isso, a Prefeitura vai disponibilizar um pavilhão coberto, de propriedade do Executivo, para que o serviço seja realizado, com compensação do custo de aluguel no valor cobrado pelo recolhimento de lixo. “Estamos providenciando o licenciamento ambiental e algumas adequações no acesso”, explicou Alexandro. Paralelamente a isso, a Prefeitura aguarda a movimentação do processo judicial iniciado após a operação da Promotoria e Polícia, para exercer a sua defesa.
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