Além dos danos causados em leitos de ruas e residências pela trepidação dos ônibus, a poeira provocada pelo trânsito dos veículos no pátio da estação também foi alvo da reclamação dos moradores do entorno do terminal rodoviário. A empresa concessionária ganhou um prazo de 15 dias para apresentar um projeto a fim de solucionar o problema, o que poderá ser feito em parceria com a Prefeitura, que se dispôs a ceder maquinário e material.
Além desta questão, a audiência pública promovida pelo Ministério Público revelou discrepâncias de posições sobre o caso entre o Daer, concessionária e Poder Público municipal. O prefeito Délcio Hugentobler chegou a reclamar que não havia sido informado pela Promotoria de reuniões recentes ocorridas com a empresa que opera a Estação e o Daer, o que inclusive teria sido o motivo pelo qual ele havia dito, em audiência ocorrida em setembro na Câmara de Vereadores, que o processo estaria parado. Délcio também refutou a proposta feita pelo advogado do dono do prédio para que o cruzamento da Amoretti com a rua Pinheiro Machado fosse fechado, transferindo-se a sinaleira deste ponto para a Anita Garibaldi.


