
Um novo dado foi confirmado pela Polícia Civil no caso do maior predador sexual do Rio Grande do Sul. Do número de vítimas confirmadas, que até o momento são 77, 22 são de Igrejinha.
O suspeito, de 36 anos, chegou a atuar como professor em um projeto social no município vizinho. A Rádio Taquara não conseguiu apurar, até o momento, que tipo de projeto era este.
Segundo o delegado Valeriano Garcia Neto, da Delegacia de Polícia de Taquara, as vítimas tinham uma faixa etária de 8 a 13 anos e algumas foram acompanhadas pelo acusado durante anos.
O homem foi preso em flagrante em janeiro, acumulando desde então novas acusações. O Instituto Geral de Perícias (IGP) segue analisando o material para identificar as possíveis 750 vítimas.
A defesa do acusado, representada pelo advogado Rodrigo Batista não negou a gravidade das acusações. “Nós entendemos a gravidade de todo o material que foi apreendido e a comoção da comunidade com o caso. O nosso papel é apenas assegurar um julgamento justo e que respeite a lei”, comentou em entrevista.
O acusado segue preso desde janeiro na penitenciária de Sapucaia do Sul e a investigação permanece sob responsabilidade da Delegacia de Polícia de Taquara.


