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Pedreiro confessa que premeditou assassinato de menino em Igrejinha

A confissão de Almir da Costa da Silva ocorreu numa conversa informal com um policial, gravada com autorização da Justiça,

A confissão de Almir da Costa da Silva ocorreu numa conversa informal com um policial, gravada com autorização da Justiça, no momento em que ele era levado para a delegacia após ser preso no interior de Parobé. O pedreiro revelou que planejou o crime, chegando a cavar o buraco onde escondeu o corpo duas semanas antes de concretizar o crime. Ele também escolheu o horário em que o menino estaria sozinho em casa e com menor movimento na rua. Ruan Padilha, de 11 anos, foi morto nos fundos da casa do pedreiro, que era vizinho do menino. Após a confissão, um novo exame foi feito no local e detectou sinais de sangue na parede da casa e numa mangueira usada para lavar o local. Diante disto, o delegado de Igrejinha, Fabiano Berdichevisqui, decidiu autuar o pedreiro Almir da Silva por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O titular da DP Civil pretende concluir o inquérito em dez dias, mas ainda aguarda os resultados dos exames confirmem a identificação do sangue encontrado no local do crime.

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