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Pendenga do Caridade: proposta da Prefeitura volta a ser rejeitada

As negociações entre Pre­feitura de Taquara e advoga­dos dos ex-funcionários da Sociedade Hospitalar de Ca­ridade de Taquara voltaram à estaca

As negociações entre Pre­feitura de Taquara e advoga­dos dos ex-funcionários da Sociedade Hospitalar de Ca­ridade de Taquara voltaram à estaca zero nesta semana. Os defensores encaminha­ram à Justiça do Trabalho petição rejeitando a última oferta de compra dos bens imóveis da entidade, que voltam a correr risco de ir a leilão. O prefeito Délcio Hu­gentobler disse que aguarda a definição do Judiciário so­bre o assunto.

A pendenga judicial diz respeito aos débitos traba­lhistas da antiga entidade mantenedora do Hospital de Taquara. Os imóveis do Caridade (foto) foram penhorados para quitar o débito, mas a Prefeitura tenta evitar que um novo leilão seja realiza­do, a exemplo do ano pas­sado. Durante todo o ano de 2011, negociações, em algumas ocasiões tensas, fo­ram realizadas sobre o tema. Agora o caso deverá entrar em 2012 sem uma definição concreta.

Na petição que enviaram à Justiça, os advogados dos ex-funcionários ponderaram que não existe amparo legal para a compra direta, além de que o parcelamento propos­to pela Prefeitura continua longo, não prevendo a inci­dência de juros e correção monetária. A última oferta do Executivo era liberar, no momento do aceite da pro­posta, o valor de R$ 449 mil depositados judicialmente a título de aluguel por uma clínica que funciona dentro das dependências do hospi­tal.

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