Perfil

Emilson Licht Krebs

Emilson Licht Krebs, 53 anos, é natural de Tupanciretã. Casado com Condia Renata Basso Krebs (56), tem três filhos: Rômulo

Emilson Licht Krebs, 53 anos, é natural de Tupanciretã. Casado com Condia Renata Basso Krebs (56), tem três filhos: Rômulo Basso Krebs (26), Guilherme Basso Krebs (23) e Bárbara Basso Krebs (21). É formado em Administração pela Faccat, onde também cursou MBA em Gestão de Pessoas. É bancário aposentado e atual presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Taquara (Apae).

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Se podemos considerar assim, meu primeiro emprego foi no Exército, quando integrava o NPOR (Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva) em Artilharia. Em 1976, fiz concurso para o Banco do Brasil, onde comecei a trabalhar em janeiro de 1977. Ao todo, atuei em sete agências no Rio Grande do Sul, numa no interior de Goiás e em duas no interior de Pernambuco. Em 30 anos e seis meses de profissão, passei por todas as funções até chegar ao posto de gerente. Taquara foi a cidade em que fiquei por mais tempo (10 anos) e, por último, trabalhei na agência de Brochier (cidade vizinha de Montenegro). Depois, voltei para Taquara e passei a atuar em uma revenda de carros, juntamente com um amigo, e no ano seguinte, trabalhei na área de consultoria. Agora, em 2011, irei me dedicar à Apae.

O que representa para você ser presidente da Apae?

É uma responsabilidade muito grande, pois grande parte das famílias que precisam de atendimento especial para seus filhos não possuem muitos recursos. É preciso administrar a entidade como uma empresa, para que tenhamos condições de oferecer atendimento e profissionais qualificados a todos. Como pai, sinto na pele a dificuldade que as famílias passam e precisam enfrentar para que os filhos possam ter uma vida social, conseguir formação e trabalho.

Como você vê as ações de ajuda direcionadas á entidade?
Além de nossos associados, contamos com o apoio de ótimos parceiros que ajudam a Apae todos os anos. Também recebemos donativos de pessoas voluntárias, e o apoio da comunidade está crescendo bastante. Os eventos organizados anualmente, como desfiles, feijoada, café colonial e Pernada Esportiva, ajudam a manter a entidade. Mas é importante que todos a conheçam, pois temos muitos projetos para serem realizados, e para isso precisamos de novos recursos disponíveis. Nossa intenção é a de que a Apae cresça cada vez mais.

Quais são suas principais características pessoais?

Sou uma pessoa que tem muita paciência, tolerância e comprometimento. Estou sempre em busca de conhecimento e gosto muito de leitura.

O que você gosta de fazer a título de lazer?
Ir ao cinema, ler, passear, frequentar bons restaurantes com a família e praticar karatê.

O que o tira do sério: pessoas que não respeitam regras de convivência em sociedade.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Foi em Panambi, quando eu estava no Banco do Brasil de lá. Admiro tantas coisas nela: o amor pela família, a criatividade, a sinceridade e a voz.

O que mais o preocupa em ensinar aos seus filhos?
Além dos princípios morais e éticos, sempre busquei que eles tivessem a consciência de que os limites para realizarem seus objetivos são criados por eles mesmos.

Cite uma lembrança marcante: a união e mobilização dos meus colegas do banco de Pernambuco quando meu filho Guilherme ficou doente. Estávamos longe da família e eles arrumaram até um avião para nos deslocarmos a Recife.

Quais são seus planos para o futuro?

Continuar na Apae após cumprir o período da presidência e, além disso, tenho um projeto de fazer uma especialização na área de consultoria para trabalhar com empresas.

Um lugar que gostaria de conhecer:
Egito

Estilo musical: bem variado, indo do clássico ao sertanejo.

Uma habilidade: ser ouvinte.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “O limite do ser humano só pode ser determinado por ele próprio, e a nós cabe a responsabilidade de oferecer oportunidades”, frase utilizada pela Apae.

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