Mario Osvaldo Buchmann, 58 anos é natural de Santa Maria. É casado com Elinara Coelho Buchmann, 55, com quem tem dois filhos: Willian, 30 anos, e Emerson, 27. É engenheiro civil, sócio da MRS Engenharia Ltda. Empossado na presidência do Lions Club de Taquara, na semana passada, também faz parte do conselho da diretoria do Club Comercial e é um dos membros instituidores da Fundação Cultural de Taquara.
O que significa para você reassumir a presidência do Lions após 20 anos?
Sou membro do Lions há 31 anos. Na época, fui convidado para participar do clube e fiz muitos amigos, conseguindo, assim, me integrar na sociedade de Taquara. Fui presidente pela primeira vez na gestão de 1988 – 1989. Para mim, essa nova fase é uma continuidade do trabalho. Gosto muito de participar, é um meio onde a gente se sente muito bem, temos companheirismo. Nossa principal atividade é a Campanha da Visão, na qual realizamos a doação de óculos e encaminhamos cirurgias de cataratas para o Hospital do Lions em Novo Hamburgo. O que motiva é trabalhar em prol daqueles que realmente não têm condições e ver a felicidade daqueles que recebem a doação.
Como um dos instiuidores, o que você espera da Fundação Cultural?
O grande objetivo da Fundação é ter um espaço físico para que se possa trazer mais cultura a Taquara. Pretendemos construir um ambiente adequado para trazer peças de teatro, shows, pois não temos estrutura ideal para acomodar as pessoas, nem um palco adequado para essas apresentações. No mínimo, nós temos que tentar, principalmente podendo contar com o aproveitamento do Imposto de Renda, para que esses recursos possam ficar aqui.
Fale sobre sua trajetória profissional.
Me formei em 1974, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Na época, estava atrás de emprego e uma colega me indicou a Haubrich Companhia Ldta., que era daqui, mas que também construía na minha cidade natal. Em 1975, vim trabalhar em Taquara como engenheiro da Haubrich e, depois de oito anos, ajudei a montar a MRS. Então, acabei ficando por aqui. Gostei do lugar, fiz amigos e não saí mais da cidade.
Cite suas principais características pessoais.
Por ser taurino, sou muito explosivo, mas tenho facilidade em rapidamente voltar atrás e não guardo rancor. Sou gremista e muito extrovertido. Gosto de brincadeiras, de esportes, de futebol, adoro calor, praia e não gosto de frio.
O que gosta de fazer nas horas vagas?
Curto minha horta, gosto de pegar uma pá e uma enxada e cuidar dela. De vez em quando, jogo tênis no Clube, mas sou muito caseiro. Gosto mesmo é de ficar em casa com a minha família, fazer churrasco aos domingos e ver futebol pela TV.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
A Elinara morava perto da minha casa e passava ali em frente todos os dias para ir para o colégio. Eu a achava bonita e ficava admirando. Então, começamos a namorar, ela tinha 15 anos e eu, 18. Fui o primeiro namorado dela. O que mais admiro é sua personalidade forte: é uma parceira para todas as horas, somos muito cúmplices. Ela é realmente bonita, boa mãe e boa companheira.
O que mais te preocupou na criação dos filhos?
Me preocupei em dar estudo para eles e, felizmente, pude dar. O Willian é advogado, funcionário do Ministério Público. E o Emerson é engenheiro civil, funcionário concursado da Prefeitura de Igrejinha, e também tem seu escritório em Taquara.
Quais são seus planos para o futuro?
Dar continuidade ao ritmo de trabalho da empresa, ver os filhos realmente vencer na vida, curtir e usufruir o que a gente adquiriu e o que a vida nos proporcionou.
Estilo musical: forró e axé.
Prato predileto: churrasco.
Uma mania: dizer tudo aquilo que sinto.
Um lugar: Florianópolis.
Um hobby: cuidar dos meus pássaros. Tenho um canário e algumas calopsitas.
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