Perfil

Dailor Eloy Schweitzer

Dailor Eloy Schweitzer, 59 anos, é natural de Parobé. É casado com Ana Lúcia Schweitzer, 57, com quem tem três

dsc02719.jpgDailor Eloy Schweitzer, 59 anos, é natural de Parobé. É casado com Ana Lúcia Schweitzer, 57, com quem tem três filhos: Flávio Bauer Schweitzer, 34, Gustavo Bauer Schweitzer, 31, Luciano Bauer Schweitzer, 23. É formado em Ciências Contábeis pela Unisinos, Atualmente, é presidente do Rotary Club de Parobé e diretor da empresa Borrachas CV Ltda.

Fale sobre sua trajetória profissional.

Com 14 anos comecei a trabalhar na calçados Bibi, onde atuei durante 26 anos. Depois criei a Borrachas CV, inicialmente instalada em Nova Hartz e hoje com sede também em Taquara.

O que te trouxe a Taquara e quais são suas impressões da cidade?

Moro em Taquara há 30 anos. Vim para cá depois que me casei, em função do estudo dos meus filhos. Taquara é uma cidade boa para se morar, mas precisa mudar seu perfil. Precisa ter mais indústrias para gerar mais empregos.

Qual a importância do trabalho em Rotary na sua opinião?

Sou sócio-fundador do Rotary de Parobé. Fui o segundo presidente do clube e agora sou o 31º.  Ele é importante, principalmente porque trabalha pela comunidade. Tudo que a cidade tem hoje passou pelas “mãos” do Rotary. Um dos marcos das campanhas é o Hospital São Francisco de Assis. Até mesmo a emancipação do município  se deu através de membros do Rotary, que formaram a comissão de emancipação. A cidade nasceu dentro do clube e o primeiro prefeito que tivemos era rotariano. Agora, nosso projeto é de, em 10 anos, tornar Parobé uma referência em educação para jovens e adolescentes, através de uma parceria com Prefeitura, Sesi e Senai.

O que te motiva a participar desse trabalho comunitário e quais as principais diferenças entre suas duas gestões?

Acho que todos precisam trabalhar pela comunidade. É uma maneira de se poder juntar mais as pessoas. A primeira vez em que fui presidente eu estava no clube há um ano e meio. Agora já conheço melhor o que é o Rotary, tenho mais experiência e, com o tempo, vamos aprendendo e tomando decisões mais acertadas.

Enquanto pai, qual foi sua maior preocupação?
Na maneira em que o mundo está, é bastante complicado criar filhos. Eu tive três, um número talvez fora dos padrões de criação de hoje. Dizer que é difícil? Não é. Mas precisamos acompanhá-los, dar assistência, amor, carinho e dialogar, pois a maioria dos problemas que ocorre é por falta de acompanhamento dos filhos. Os meus três são ótimos, isso é algo que gratifica. Quando eles vão acampar, me convidam e vou junto. Até os amigos deles me chamam de “Lor”, que é o meu apelido.

Como você conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos já no tempo de escola. Ela estudava no Colégio Santa Teresinha e eu a via passar, enquanto esperava o ônibus para ir ao Iacs. Desde então comecei a gostar dela. O que mais admiro é sua sinceridade. Ela é amiga, uma grande incentivadora dos nossos projetos e trabalha bastante para a comunidade.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou um pouco explosivo, falo pouco, mas me relaciono muito bem com as pessoas de quem gosto e com aquelas que são sinceras. Também gosto muito de me divertir.

Quais são seus planos para o futuro?
Estou preparando a empresa para a sucessão dos meus filhos, diversificando e abrindo espaço para mais segmentos de mercado, mas não pretendo me aposentar.

Estilo musical: samba e twist.

Prato predileto: churrasco e língua ao molho madeira.

Um lugar: Pousada do Rio Quente – Goiás.

Uma mensagem: Para conseguirmos as coisas, temos que trabalhar e confiar nas pessoas. Isso é muito importante e é o que nos falta no Brasil.

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