Perfil

Luis Cláudio Silva da Rosa

Luis Cláudio Silva da Rosa, 34 anos, é natural de Porto Alegre. Casado com Liege de Vargas, de 33 anos,

Luis Cláudio Silva da Rosa, 34 anos, é natural de Porto Alegre. Casado com Liege de Vargas, de 33 anos, tem quatro filhos – Thuani Letícia da Silva da Rosa (12), Thaisa Eduarda da Silva da Rosa (4) anos, Gabriela Jacobus (10) e Wesley Jacobus (9). É sócio-proprietário da Firenze Móveis Ltda., de Igrejinha, e está em seu segundo mandato como presidente da Associação dos Fabricantes de Móveis e Esquadrias do Vale do Paranhana (Afamep).

Como presidente da Afamep, quais são suas expectativas para a sétima edição da Femóveis?
Minha expectativa é o aumento do público, para que possamos superar a visitação do ano passado, quando cerca de 15 mil pessoas prestigiaram a feira. Espero também que seja um evento de concretização de negócios, fazendo com que os expositores fiquem bastante satisfeitos com sua participação na Femóveis.

O que representa para você estar à frente desta entidade?
A Associação dos Fabricantes de Móveis e Esquadrias do Vale do Paranhana foi formada para fortalecer o setor moveleiro, tornando-o um pólo conhecido e forte na região. Entre nossas atividades realizamos eventos com Sebrae e Senae, participamos de audiências públicas em Brasília e visitamos feiras em São Paulo. Para mim é um orgulho estar ajudando o pessoal que participa desde o início da nossa associação. Estas duas presidências consecutivas são uma seqüência de muita coisa que está sendo feita pelo setor.

Fale sobre sua trajetória profissional.
No início, sempre trabalhei no comércio. Em 1993 comecei a trabalhar em uma empresa de móveis do meu tio, em Canoas. Depois vim gerenciar uma empresa da região. Após, fui convidado por Valdoli Fagundes para fundar a Firenze, onde atuo hoje como sócio proprietário único.

Quais são suas impressões de Igrejinha e Parobé?
Eu e minha família morávamos em Canoas e viemos para Igrejinha em 1988, em função de uma oferta de emprego para meu pai. Para mim, Igrejinha é uma cidade boa de morar, que está em crescimento e apoia a micro-empresa. Já em Parobé, estou morando há um ano e até agora acho muito bom. Ao contrário do que muitas pessoas falam, não percebo que exista muita violência no município.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em uma festa em Nova Hartz, quando eu já estava separado da minha outra esposa. Estamos juntos há 3 anos e o que mais admiro nela é sua garra e independência.

O que mais lhe preocupa na criação dos filhos?
A Gabriela e o Wesley (filhos da esposa de Luis) moram comigo e com a Liege. E nos finais de semana, a Thuani e a Thaisa (filhas de Luis) ficam conosco. O que mais me preocupa é dar educação e uma boa formação, para que no futuro eles possam caminhar sozinhos. Acho que essa é a maior herança que podemos deixar para os filhos.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou uma pessoa bastante otimista, penso que para tudo existe um jeito e que dá para melhorar sempre. Acredito muito no que faço e que com trabalho conseguimos o que queremos. Para mim, tudo tem um destino por trás, só temos que acreditar na gente.

O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Tenho pouco tempo vago, por isso, gosto de ficar em casa com a família, freqüentar o CTG de Parobé, participar dos bailes e fandangos, e escutar meu time, o colorado, quando está ganhando.

Quais são seus planos para o futuro?
Em médio e curto prazo tenho planos para o trabalho. Pretendo fazer a Firenze continuar dando certo e ficar cada vez melhor.

Um lugar: sítio.

Uma pessoa que admira: minha filha Thuani.

Estilo musical:
gaúcho.

Prato predileto: lasanha.

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