Denise Ruas Rocha, 35 anos, natural de Novo Hamburgo. É filha de Raul Francisco Rocha, 57 anos, e Orema Ruas Rocha, 53. Solteira, tem três irmãos: Alexandre, 32, Vinícius, 25, e Aline, 22. É diretora e orientadora pedagógica do Yázigi Internexus.
Fale sobre sua trajetória profissional.
Após concluir o ensino médio, não sabia o que queria cursar na faculdade. Então iniciei um intensivo de inglês no Yázigi de Novo Hamburgo, através do qual, por ter sido a melhor aluna daquele semestre, ganhei um intercâmbio para os Estados Unidos. Quando voltei para Novo Hamburgo, continuei estudando inglês e comecei a trabalhar como secretária do Yázigi. Atuei também nas vendas e, depois de me formar no curso, fiz o treinamento para professora, optando pela área pedagógica. Logo após, fiz outro intercâmbio, dessa vez de um ano na Europa. Quando voltei, vim morar em Taquara, para ficar perto da minha família. Na época, já existia aqui uma unidade Yázigi e a franqueada me chamou para trabalhar com ela. Fazia orientação pedagógica e, em 2002, abri a minha própria escola. Através do Yázigi, também dei aulas de inglês na escola da Feevale, Dorothea e Osvaldo Cruz, inclusive para a educação infantil, que me encantou.
Na sua opinião qual a importância da língua Inglesa hoje?
Acho que, de alguma forma, somos privilegiados, porque estamos em uma região em que saber uma língua estrangeira ainda é um diferencial. Aqui as oportunidades são infinitas, tanto para o meio profissional quanto pessoal. Já em São Paulo, por exemplo, esse conhecimento é tão básico quanto saber mandar um e-mail.
O que mais lhe preocupa na educação hoje?
Especificamente na minha área, não chego a me deparar com as dificuldades que as escolas de ensino regular apresentam. Contudo, como curso livre, o que me preocupa é o pouco tempo que as pessoas destinam ao estudo. Hoje, todos têm muitas coisas para fazer, e esse investimento de tempo é um desafio.
O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Gosto muito de ficar com a minha família, curtir meu namorado e brincar com a minha sobrinha Ana Júlia (que é o xodó da família). Escapar uma horinha para tomar um chimarrão com meus pais também é fundamental. Gosto de ler, assistir a seriados – Friends é o meu favorito, e jogar tênis.
Como você se autodefine?
Tenho um senso de responsabilidade exagerado, mas não vejo isso como positivo. Acho que presto atenção nas pessoas ao meu redor e realmente me importo com elas. Sou tímida, mas minha função de professora disfarça muito bem.
Quais são suas impressões de Taquara?
Gosto muito daqui, acho que é um lugar bom de se viver, em função dos relacionamentos que a gente consegue construir com as pessoas. Ao chegar na cidade, pertencer a Taquara é muito difícil, mas, uma vez aqui e familiarizado com tudo, todos são muito legais e espontâneos.
Como conheceu seu namorado e o que mais admira nele?
Conheci o Maikel (Maikel Vinícius Baldissera) através dos meus irmãos, pois eles fazem parte do mesmo grupo de amigos. O que mais admiro e o que mais me conquistou nele: seu bom-humor tremendo, uma companhia maravilhosa e a atenção que ele me dá.
Quais são seus planos para o futuro?
Planejo cursar Administração no próximo semestre. E há outro mais pessoal: meu pai vem me pedindo um neto, e pedido de pai e mãe temos que atender, então estou pesando bastante nisso para o ano que vem.
Um lugar: Farol de Cristóvão Pereira, em Mostardas.
Uma mania: Arrumar a cama impreterivelmente antes de sair de casa.
Prato predileto: saladas e molhos diferentes para saladas, em função do colorido que acho muito bonito. Acredito ser algo que absorvi da cultura dos americanos.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Não devemos condicionar a felicidade a coisas que ainda não temos, projetando-a apenas para quando tivermos algo determinado. Devemos procurar ser felizes hoje, com o dinheiro que temos agora, com as pessoas que temos.”


