Perfil

Alexandre Gonçalves Hackmann

Alexandre Gonçalves Hackmann, 27 anos, filho de João Guilherme Borges Hackmann e Berenice Gonçalves Hackmann. Natural de Taquara, é psicólogo

alexandre-hackmann.jpgAlexandre Gonçalves Hackmann, 27 anos, filho de João Guilherme Borges Hackmann e Berenice Gonçalves Hackmann. Natural de Taquara, é psicólogo e professor de inglês.

Antes de atuar na psicologia, que outras atividades você desempenhou?
Depois de ser aprovado num curso de proficiência, comecei a dar aula de inglês na Fisk, em 2000. Essa foi minha principal atividade profissional durante o tempo em que cursava psicologia na Unisinos. Depois que me formei, busquei trabalhar em empresas, mas acabei optando pela parte de consultório. Dar aula me surpreendeu positivamente, então sigo conciliando as duas atividades.

Por que você optou pela psicologia?

Foi principalmente porque eu queria atuar na área da saúde, trabalhar com pessoas e dar ajuda a elas. A idéia de dar aula de inglês foi secundária, porque eu só poderia trabalhar como psicólogo no período final do curso e, na maioria das vezes, através de um estágio não-remunerado.

Na sua opinião, ainda existe aquela idéia de que psicólogo é para louco? Como é que as pessoas vêem o profissional?
A idéia diminuiu, mas não mudou muito. Ainda é comum as pessoas pensarem assim e brincarem com isso. Contudo, não se precisa ter um problema para procurar um psicólogo, basta querer melhorar a qualidade de vida. Existe também aquele estereótipo que enquadra o profissional da área de psicologia como alguém que está sempre analisando os outros, mas isso não acontece. Não fico 24 horas por dia trabalhando.

Você participa de alguma atividade comunitária?
Sim. Trabalho com organizações, prestando atendimentos voluntários a pessoas de baixa renda. Muitas vezes, elas só precisam de alguém que as escute. Gosto de participar desse trabalho porque várias pessoas têm vontade de se sentir melhor, mas muitas vezes não possuem oportunidades. Cada vez mais, o ser humano está preocupado só com ele, e eu não acho isso legal.

O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Gosto de ficar na internet, onde já fiz amizades, trabalhos e projetos na minha área, como, por exemplo, o fórum que montei sobre psicologia, para trocar experiências. Gosto também de sair, de estar com os amigos, escutar música e fazer trabalhos relacionados com fotografia.

Você tem namorada? Como vocês se conheceram e o que mais admira nela?

Sim.  Conheci a Gabriela (Schenkel) no curso de inglês. Depois que concluí o curso, começamos a namorar. Admiro a pessoa que ela é, a maneira como age com os outros. Admiro sua responsabilidade e seriedade.

Quais são suas impressões de Taquara?

Eu gosto de Taquara. Já tive oportunidades de emprego em outras cidades, mas não aceitei, decidindo continuar morando aqui. Por outro lado, escutamos os próprios taquarenses falando mal do município. Eles reclamam, mas ficam parados, não valorizam nem participam dos eventos. Isso também mostra o lado individual de cada um.

Quais são seus planos para o futuro?
Expandir o trabalho no consultório, dar seqüência e concretizar alguns projetos que tenho e que já estão em andamento. E, ainda neste ano, pretendo realizar uma exposição de fotografias.

Uma mania: uma é fotografar e a outra é acessar a internet.

Uma habilidade: escutar

Um lugar que gostaria de conhecer: vários lugares do Brasil, e também Buenos Aires e Alemanha.

Prato predileto: comida chinesa

Estilo musical: rock nacional e internacional

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Olhe, perceba e escute as outras pessoas. Importe-se e cuide delas. Perceba o lugar em que você está e o melhore. Não deixe a vida passar em branco”.

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