Perfil

Paulo Gilberto Mossmann Sobrinho

Paulo Gilberto Mossmann Sobrinho, 28 anos, natural de Taquara. É casado com Simone Reis, 21. Acadêmico de História da Faccat,

paulo-gilberto-2.jpgPaulo Gilberto Mossmann Sobrinho, 28 anos, natural de Taquara. É casado com Simone Reis, 21. Acadêmico de História da Faccat, estagiário do Departamento de Cultura, compõe a linha de frente do evento Raízes de Taquara, que acontece a partir de hoje na cidade.

Além de ser acadêmico de História, na comunidade você também possui grande destaque na área. De onde surgiu o interesse?
Na escola. É estranho, mas o interesse surgiu em função das aulas de Geografia do professor Rubens Romeu Heidrich. Ele nos passava todo um contexto para explicar questões políticas e sociais, que aguçavam a curiosidade, despertando o interesse em tentar entender a comunidade. Por não ter o curso de Geografia na Faccat, optei por cursar História e hoje faço parte da primeira turma de formandos desta graduação na instituição.

O que representa para você estar na linha de frente do Raízes?
Alegria e orgulho. Não por vaidade, mas por saber que estou fazendo algo importante pela cidade. Daqui algum tempo, ninguém vai saber quem é o Paulo, mas o livro do Raízes vai estar lá para servir de consulta. É importante porque vai deixar algo registrado em nosso município.

Quais são suas expectativas para o evento?
São de que a comunidade participe bastante, prestigie e conheça a história de Taquara, porque só valorizamos aquilo que conhecemos. Temos uma história muito rica, e ela merece ser prestigiada. Já sabemos que Taquara obteve o recorde absoluto de inscrições para o Raízes: 180 comunicações, 18 palestras e 6 painéis. O último pertencia a Santo Antônio, com aproximadamente 150 comunicações, em 1999.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou sincero e procuro fazer bem aquilo que faço.

O que você costuma fazer nas horas vagas?
Procuro sempre deixar o domingo para descansar. Gosto de jogar videogame, é um vício que tenho há 15 anos, praticar esportes, escutar música e ler alguma coisa, revistas principalmente.

Quais são suas impressões de Taquara?
Taquara é um município que tem grande potencialidade, só falta a comunidade se unir, para fazer isso aflorar. Um exemplo foi o Natal, coordenado pela Regina Valentini: com o envolvimento da comunidade: ficou bonito e deu certo. Se não fosse o auxílio e a cobrança das pessoas, não teria sido assim. E porque elas não se unem em outras frentes? Em qualquer lugar, as prefeituras não fazem tudo sozinhas.

Como conheceu a Simone e o que mais admira nela?
Nos conhecemos na Faccat, no final de 2005. Ela faz Letras e tínhamos uma cadeira em comum naquele semestre. Por pouco não teríamos sido colegas, pois, no ano seguinte ocorreram algumas mudanças nos currículos. Começamos a namorar em 2006 e em 2007 nos casamos. O que mais admiro nela é a bondade e a sinceridade. É uma pessoa bastante querida em todos os sentidos.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo fazer algum concurso em História, quem sabe procurar novos ares. Pretendo morar no litoral, buscando melhor qualidade de vida pelo clima. Meu grande sonho do futuro é fazer um mestrado, porém, apenas se conseguir uma bolsa de estudos, pois é bastante caro.

Prato predileto:
lasanha

Uma mania: deixar textos perfeitamente alinhados. Quando digito ou quando recebo algum texto, antes de ler, costumo alinhá-lo sempre.

Uma habilidade: lidar com as pessoas e facilidade em captar e memorizar histórias.

Uma qualidade: ser colorado, Campeão do Mundo Fifa.

Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: Valorizem a nossa história, afinal de contas, a partir do momento em que a conhecemos, percebemos que não é só no passado que ela está presente, mas acima de tudo, é um referencial para o nosso futuro.

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