Perfil

Karine Beneditto

Karine Beneditto, 35 anos, é natural de Taquara. É casada com Sandro Luiz Müller da Silva, 36, com quem tem

dsc04613Karine Beneditto, 35 anos, é natural de Taquara. É casada com Sandro Luiz Müller da Silva, 36, com quem tem uma filha: Eduarda, de dois anos e sete meses. É pediatra, formada em Medicina pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), e concluiu sua residência em Pediatria no Hospital da Criança Conceição.

Fale sobre sua opção pela pediatria.
Escolhi atuar nesta área porque gosto de trabalhar com crianças, por achá-las espontâneas. Me formei no ano de 2000 e, antes disso, fiz um ano de intensivismo pediátrico. Desde então, atuo no meu consultório, na Clínica da Criança, em Taquara Também já trabalhei no plano de saúde da Azaléia e no posto de saúde de Nova Hartz. E hoje atuo ainda no posto de saúde Piazito (Taquara) e no Pra Mamãe (Parobé).

O que representa para você ser mãe?
Ser mãe é muito bom. É algo que muda toda a rotina e a vida da pessoa, pois se está sempre pensando em fazer o melhor para o filho. É maravilhosa a sensação de ter aquela pessoa para cuidar, amar, não tem como explicar.

Como sua experiência com a maternidade ajuda na hora de atuar como pediatra e vice-versa?
Acredito que ser mãe ajudou bastante na questão profissional, pois, às vezes, as queixas que as mães faziam ficavam mais distantes e, agora, me identifico com as preocupações delas, pois vivo no dia-a-dia as mesmas situações. Em função disso, já consigo compreender a preocupação das mães nas consultas. Já como mãe, tento ver tudo pelo lado clínico, mas mesmo assim, uma febre da Duda já me deixa ansiosa.

Qual sua maior preocupação na criação de sua filha?
Acho que desde cedo é tentar dar limites, pois é de pequena que ela tem que aprender o que pode e o que não pode. Quanto mais tarde, mais complicado fica. E, quando ela estiver um pouco maior, vou querer saber quem serão os amigos dela, explicar onde ela pode ir, o que pode fazer, orientar.

Existe algo que você tenha aprendido com sua mãe e que pretende ensinar à sua filha?
Sim. O respeito às pessoas com as quais a gente convive.

Quais são suas impressões de Taquara?
Taquara está virando uma cidade sem segurança, mais violenta, como muitas cidades, claro. Mas lembro do tempo da minha infância,  quando eu ia sozinha para a escola. Agora, acho que terei medo de deixar minha filha ir sozinha também.

Como você se autodefine?
Sou uma pessoa ansiosa, mas tento encarar as coisas com naturalidade para resolver as situações. Também me preocupo com as pessoas que convivo, por isso sempre tento fazer o que posso para ajudar. Me considero caseira, paciente e dedicada.

O que você gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de viajar, cozinhar, fazer pinturas artesanais, e brincar com a Duda.

Como conheceu seu marido e o que mais admira nele?
Nos conhecemos através de uma colega minha da faculdade. O que mais admiro nele é o seu jeito tranquilo.

Quais são seus planos para o futuro?
Provavelmente daqui a dois anos, meu marido e eu queremos ter mais um filho.

O que lhe tira do sério: mentira e violência, principalmente a violência contra crianças.

Estilo musical: Música Popular Brasileira.

Comida predileta:
massa.

Uma habilidade:
cozinhar.

Uma mania:
de organização.

Um lugar: praia.

Uma mensagem: “Preservem os valores familiares, pois são eles que formam a base mais importante para o futuro da criança”.

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