Perfil

Ney Maahs Ferreira Filho

Ney Maahs Ferreira Filho, 55 anos, é natural de Porto Alegre. Casado com Tânia Nunes Ferreira, é pai de quatro

perfil_1Ney Maahs Ferreira Filho, 55 anos, é natural de Porto Alegre. Casado com Tânia Nunes Ferreira, é pai de quatro filhos: Márcio (30), Paula (27), Pedro (12) e Maria Eugênia (7), os dois mais velhos frutos do primeiro casamento. É agropecuarista, presidente do Taquara Automóvel Clube, diretor de pista de terra da Federação Gaúcha de Automobilismo e integrante da Comissão Nacional de Velocidade na Terra (CBA).

Fale sobre sua vinda para Taquara
Meu pai era médico e tinha um sítio aqui em Taquara, onde viemos morar quando eu tinha 24 anos. Isso significou uma nova fase na minha vida. Desde então, começamos a desempenhar a atividade agropastoril e agropecuária, trabalhando por 30 anos com tambo de leite. Atualmente, atuo apenas com criatório de animais de corte.

Comente sobre seu gosto pelo automobilismo e o envolvimento com o TAC.
Tudo começou aos 17 anos, quando fiz um curso na escola de pilotos e em seguida participei da corrida de 12 horas de Tarumã. Além disso, o melhor aluno da escola de pilotos ganhava outro curso na Inglaterra, mas acabei não indo, pois na época não tinha “paitrocínio”. Então fui convidado para ministrar as aulas durante dois anos em Tarumã. O dinheiro que recebia eu usava para correr com os carros da escola em campeonatos gaúchos. Aos 26 anos, já em Taquara, por possuir uma bagagem no automobilismo, fui convidado para correr em pista de terra, com o carro montado pela revenda Steffen (Chevrolet). Foi neste mesmo período que surgiu o meu envolvimento com o TAC (Taquara Automóvel Clube).  Nos anos de 1989 e 1991 fui campeão gaúcho em pista de terra e, paralelamente, comecei a correr em pista de asfalto, também pela equipe Steffen, obtendo o campeonato e o vice-campeonato gaúcho na modalidade.  Ainda hoje corro as 12 horas de Tarumã.

O que representa para você ser presidente do TAC?
Quando passamos a representar entidades, aprendemos que a humildade e o respeito às pessoas é ainda mais importante e, dessa forma, conquistamos muitos amigos. Em 1989 fui presidente do Taquara Automóvel Clube pela primeira vez e desde o seu surgimento, o TAC foi recebendo melhorias, qualificando-se e exigindo o cumprimento de regras. Hoje somos referência em nível nacional em pista de terra. Considero o fato como um destaque para Taquara, sendo o trabalho da equipe um exemplo de que as coisas funcionam, sim, por aqui.

Quais são as expectativas para o IV Rallye Universitário?
O Rallye Universitário era um sonho que tínhamos no TAC, pois fazíamos apenas provas de velocidade. Com a parceira da Faccat, hoje somos referência na modalidade, e o retorno que temos dos participantes é de que a recepção dada a eles e os lugares que compõem o trajeto são muito bonitos.

Como você se autodefine?
Sou uma pessoa simples e humilde. Sou amigo de todos e gosto de ajudar as pessoas.

Além do automobilismo, que outras atividades você aprecia a título de lazer?
Gosto de viajar, inclusive já tive oportunidade de ir para o exterior, visitando meus filhos que moram em outros países (atualmente Indonésia e Espanha). Mas também adoro curtir a minha casa com a família.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos no antigo salão redondo, em Tucanos, onde tivemos o primeiro contato. Ela é uma pessoa de princípios corretos, e isso é o que mais admiro nela.

Quais são seus planos para o futuro?
Meu sonho é colocar em prática um projeto de recreação com crianças, inclusive deficientes, com um cunho cultural e educacional de preservação,  em parceria com minha filha Paula, com a Tânia e com minhas irmãs, utilizando, para isso nossa propriedade rural, situada na RS-239.

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