Perfil

Ritiele Araujo Stumm

Ritiele Araujo Stumm, 18 anos, natural de Taquara. É filha de Merly Araujo Stumm (48) e Egon Osvaldo Stumm (52)

perfil1Ritiele Araujo Stumm, 18 anos, natural de Taquara. É filha de Merly Araujo Stumm (48) e Egon Osvaldo Stumm (52) e tem duas irmãs: Angela (27) e Marilu (26). É casada com Eduardo Vargas Luz, está cursando o primeiro semestre de Fotografia na Ulbra e atua como fotógrafa no Stúdio Thomas de Parobé.

De onde surgiu seu gosto pela fotografia?
Foi quando comecei a trabalhar aqui no Stúdio Thomas, aos 16 anos. Este foi meu primeiro emprego e, no início, eu  ficava nervosa e com medo de tirar as fotos, pois é uma grande responsabilidade. Agora encaro de maneira normal, pois fiz cursos e participei de palestras sobre o assunto. Além disso, recebi a ajuda e o apoio dos meus chefes, Paulo e Marga (Tomas) que já trabalham com fotografia há bastante tempo – ele há 34 anos e ela há 20. Também neste semestre estou iniciando a faculdade de Fotografia e tenho curiosidade em ver como o trabalho era feito antes da “era digital”.

Comente sobre sua participação nos concursos fotográficos promovidos neste ano pelo Jornal Panorama e parceiros da região.
Li sobre a realização dos concursos no Panorama e convidei meu tio para me levar a fim de fazer as fotos. Participei de três concursos, tendo trabalhos classificados em Rolante e Taquara e, no de Parobé, ganhei primeiro lugar na categoria profissional. Fiquei um pouco em dúvida sobre o que mostrar, pois queria saber o que era mais importante para cada cidade. Já aqui em Parobé acordei uma certa manhã com a ideia de usar a estação de trem. Imaginei um casal num banco, mas, quando cheguei lá, não havia banco. Então, convidei a irmã da minha sogra, o marido dela e também meu primo, para formarem um casal com o neto esperando o trem para viajar. Peguei as boinas e guarda-chuvas aqui no estúdio e saí atrás da mala e de roupas antigas. Assim que tive a ideia, comentei com meus pais que achava que ganharia o concurso. Fiquei muito feliz com o resultado e dei a máquina digital que eu já tinha para o meu tio, ficando com a que recebi na premiação.

O que é preciso levar em conta para se ter uma boa foto?

Quando vamos fazer books é preciso deixar as pessoas bem à vontade. Já nas demais fotos, temos que ter um olhar diferente para captar o que chama a atenção em algo que parece comum.

Quais são suas impressões de Parobé?
Gosto de morar em Parobé, pois toda a minha família é daqui. É um bom lugar  para trabalhar, contudo, acho que a vigilância poderia ser melhorada, para termos mais segurança.

Quais são suas principais características pessoais?
Todos os dias estou de bom-humor e sempre sorrindo. Sou uma pessoa simpática, sincera e também um pouco intrometida.

O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Quando tenho tempo livre, estou sempre visitando meus familiares. Também gosto de assistir a filmes e fazer jantares com o Eduardo.

Como você conheceu seu marido e o que mais admira nele?
Éramos amigos e, então, começamos a namorar. Foi tudo bastante rápido e já há um ano estamos morando juntos. O que mais admiro nele é sua sinceridade.

O que lhe tira do sério: pessoas estressadas, ciumentas e falsas.

O que considera de mais importante ter aprendido com seus pais?
A honestidade, a sinceridade e o bom caráter.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo investir sempre e cada vez mais na fotografia, estudando bastante e tendo mais conhecimentos para crescer profissionalmente.

Prato predileto: massa.

Uma habilidade: cozinhar.

Uma lembrança marcante: tudo do tempo de escola. Tenho saudades dos meus ex-colegas.

Um lugar: praia.

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