Mário Henrique Ody, 29 anos, natural de Taquara. É casado com Luciana Neves Müller Ody, 26 anos. É formado em Direito, pós-graduado em Direito Privado e Direito Processual e atua como gestor da Assessoria Biason.
Fale sobre sua trajetória profissional e sua atividade atual na Assessoria Biason.
Trabalhei na Assessoria Biason de 1997 até o final de 2000. Depois fui para outro escritório e, em meados de 2002, retornei para o emprego anterior. Comecei a trabalhar como estagiário e, depois de formado, as oportunidades foram aparecendo. Tenho aprendido muito com as pessoas dentro da empresa e com as que trabalharam comigo desde o início da minha carreira. Agora, exerço dupla função no escritório: atuo na área de Direito Empresarial e, desde o início do ano passado, estou enfrentando este novo desafio, que é de gerir o escritório juntamente com o Dr. Velmi. Também para desempenhar essa função, entrei em contato com muita gente, inclusive com meus colegas de trabalho.
Comente a respeito de seu envolvimento com a Cics/VP e o que o motiva a participar da entidade.
Integro o comitê de segurança pública da Cics. Acho que a sociedade precisa se motivar mais, pois, se ficarmos esperando algo somente do setor público, vamos nos decepcionar. A Agenda 2020 é uma iniciativa excelente para nossa região. O que me motiva é que, através de instrumentos como esse, temos possibilidades de fazer a região prosperar.
Quais são suas principais características pessoais?
Sou um cara otimista, persistente e dedicado ao meu trabalho. Adoro o que faço.
O que gosta de fazer nas horas vagas?
Gosto de ler, de me reunir com os amigos, ver os meus sobrinhos, o João Pedro e o João Vitor, e ainda de passear e de viajar.
Fale a respeito de seu namoro e o recente casamento com a Luciana.
Começamos a namorar há mais ou menos quatro anos e, no dia 8 de março passado, nos casamos. Admiro muito a inteligência e a determinação dela.
O que representa para vocês terem a mesma formação profissional?
É interessante porque trocamos idéias bastante. Não atrapalha de modo algum. Até ajuda, porque acabamos tendo gostos afins: lemos, estudamos… Funciona bem.
Quais são suas impressões de Taquara?
É uma cidade que parou no tempo, mas acho que tem grandes possibilidades de crescimento. Acredito que, se as pessoas se dedicarem e trabalhar, inclusive através da Agenda 2020, Taquara poderá voltar a ser o que era. Precisamos investir mais na educação e acreditar mais na cidade, querer que as coisas dêem certo por aqui. Muitas vezes, a impressão que se tem é de que as próprias pessoas torcem para que as coisas dêem errado. Mas não é a miséria de uns que fará a fortuna de outros.
Quais são seus planos para o futuro?
No âmbito profissional quero trabalhar para atingir as metas de crescimento do escritório. Já no pessoal, quero achar um tempo para praticar esportes, ler e aproveitar a vida de casado.
Sobremesa predileta: cheesecake.
Um lugar: Paris.
Estilo musical: sou eclético, gosto de tudo um pouco.
Uma habilidade: identificar os problemas, principalmente no âmbito profissional.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “O sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas feitas de forma um pouco pior” (Henry Kissinger).


