Perfil

João Schmitt

João Schmitt, 41 anos, natural de Ibirubá. É casado com Luciana Bohrz (36) – grávida de três meses – e

João Schmitt, 41 anos, natural de Ibirubá. É casado com Luciana Bohrz (36) – grávida de três meses – e tem outros dois filhos: Miguel (18) e Michele (16). É formado em Administração de Empresas com especialização em Gestão e Administração Hospitalar. Administrador do Hospital Bom Jesus em Taquara.

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Fiz muitas coisas antes de ser administrador de hospital. Vendi casas pré-fabricadas, trabalhei com manutenção de extintores, atuei na captação de estágios pelo Ciee. Foi lá que, em 1992, fiquei sabendo da vaga para administrador da casa de saúde de Ibirubá. Como eu estava estudando naquela área, me candidatei e não parei mais, ficando por sete anos no cargo. Depois, passei dez como administrador do hospital de Gravataí e agora estou há um ano na mesma função em Taquara.

Como foi o desafio de reativar o hospital de Taquara?
Confesso ter me assustado quando cheguei aqui, pois a condição era muito desfavorável. Nunca tinha visto situação tão precária, apesar de todos os investimentos que já haviam sido feitos pela Administração Municipal. Foi um desafio mesmo, de dimensões consideráveis, mas encarei com ânsia de transformar o que se tinha em uma instituição qualificada para atender às demandas da população. Me identifiquei muito com o Hospital Bom Jesus. Tenho muito trabalho, mas isso me realiza.

Quais são suas impressões do município?
Taquara é uma cidade agradável, que fica perto de tudo e tem uma população acolhedora e muito envolvida com as causas do município. Gosto do estilo de vida daqui e me sinto muito em casa. Vim para ficar, tanto que comprei minha residência aqui.

Comente sobre sua participação no Lions Clube.
Há cinco anos eu fazia parte do Lions de Gravataí, tendo sido presidente por duas vezes, e hoje faço parte do clube de Taquara, pois acho muito necessário. É algo que de certa maneira nos faz participar mais da vida social e estar mais envolvidos com a comunidade. Através do Lions, criamos laços de amizade e não somente profissionais, os quais vão se moldando com o tempo.

Quais são suas principais características pessoais?
Sou uma pessoa de paz, tenho autocontrole, não gosto de brigas e não me envolvo em situações de conflito a não ser que seja conduzido a isso, sem que possa evitar. Tenho a visão de que precisamos somar – e não dividir – para crescer. Gosto de tudo limpo e organizado e sou aficionado por resultados. Não sou detalhista, mas preciso me cercar de pessoas assim para não deixar as coisas para trás.

O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Minha diversão é cortar grama e cuidar do jardim. Gosto de tomar chimarrão, ler jornais e livros, fazer passeios, ver filmes e ouvir música.

Como conheceu a esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em Ibirubá, no hospital onde trabalhávamos. Eu não estaria na situação em que estou hoje, se não fosse por ela, que me motivou a buscar novos horizontes. O que mais admiro é sua persistência, sua coragem e o jeito que considero especial.

O que mais se preocupou em ensinar aos filhos?
Que tenham vontade de se desenvolver, pessoal e profissionalmente, e o desejo de buscar suas próprias conquistas.

Quais são seus planos para o futuro?
Minha pretensão é fazer o hospital atingir um padrão elevado, o que acredito que possa ser alcançado em cerca de um ano e meio a dois. E planejo também crescer junto com a instituição em que trabalho. Acredito que a mente humana tem capacidade de atração muito forte.

Estilo musical: variado, depende do momento. Sou eclético, mas gosto principalmente de música gaúcha, nativista, rock clássico, música clássica e sertanejos mais antigos.

Pratos prediletos: lasanha e feijoada.

Um lugar: minha casa.

Mensagem: As coisas não acontecem na velocidade do desejo, mas a população taquarense ainda vai sentir muito orgulho do seu hospital. As expectativas geradas não serão frustradas, e vamos voltar a ser referência na região.

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