Roger Fernando Ritter, 36 anos, natural de Taquara. É casado com Debora Daniela da Silveira (34) e tem três filhos: William Guilherme (14), Amandha Rafaela (um ano e seis meses) e Matheus Guilherme (dois meses). É técnico em contabilidade, corretor de seguros e microempresário da Romeu Ritter Corretora de Seguros de Igrejinha. Recentemente, foi eleito presidente da Câmara da Indústria, Comércio, Serviços e Agropecuária do Vale do Paranhana (Cics-VP), função que assumirá em 1º de julho próximo.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Desde 1990 atuo como técnico em contabilidade e, desde 1993, como corretor de seguros. Nossa empresa é familiar e escolhi a profissão por gostar da atividade.
Como surgiu seu envolvimento com a Oktoberfest?
A partir de um desafio, que era o de trabalhar com uma questão que não se tinha até então, integrei a Amifest (Amigos da Oktoberfest de Igrejinha) no período de 2002 a 2006. O objetivo era o de estruturar a gestão de projetos para obter recursos através de leis de incentivo e patrocínio de emendas parlamentares para bancar a programação, principalmente dos shows nacionais. Hoje, sem a realização desses projetos, a rentabilidade da festa não se daria. E o que me motiva a participar é justamente o resultado social revertido para as áreas da segurança e da saúde no município, as quais dependem muito dos lucros da Oktoberfest. É uma maneira de se conseguir o bem comum, mesmo não estando no governo.
Fale sobre sua atuação na Cics-VP.
Fui convidado para integrar a Cics pela mesma pessoa que me convidou para participar da Amifest – César Kerschner. A partir de então, fiz parte da criação de um novo modelo da entidade e da estruturação da Agenda Paranhana 2020. Acredito que a nossa região, se comparada às outras, tem condições de ter mais. Tanto minha participação na Amifest quanto na Cics é para tentar fazer alguma coisa, pensando na coletividade. É muito bom morar aqui, mas, se formos avaliar pelos números provenientes dos Coredes, somos a antepenúltima região do Estado em termos de qualidade de vida. Temos que melhorar isso, mas sem pensar em planejamento não chegaremos a nada.
Quais são suas impressões de Igrejinha?
É uma cidade muito ordeira, onde o espírito comunitário das pessoas é bastante latente. Mas Igrejinha pode avançar mais. Noto também alguns problemas de cidade grande, como trânsito tumultuado em determinados horários e as drogas. Por isso precisamos que governantes e empresários estejam atentos para que a comunidade não se deturpe.
Cite suas principais características pessoais.
Sou bem expansivo, tenho facilidade de articulação e de conversar com as pessoas. Em contrapartida, sou muito perfeccionista, o que às vezes me deixa um pouco chateado.
O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Gosto de fazer programas em família: um passeio, ir ao cinema, é o que tem de melhor. Também não abro mão do meu happy hour no final de semana.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos na adolescência e o que mais aprecio nela são justamente as virtudes que não tenho muito em mim: a tolerância e a compreensão.
O que você considera mais importante passar aos filhos?
A ética e a moral, para que eles saibam discernir o que é certo do que é errado. E isso vem de casa, pois a educação é algo que deve ser compartilhado e não somente ficar para a escola.
Quais são seus planos para o futuro?
Concluir minha graduação, consolidar a imagem da Cics-VP como uma entidade integradora regional e conseguir com que as prefeituras adotem um modelo de gestão por resultados.
Estilo musical: sou eclético. Para mim, sendo música boa é o que importa.
Uma mania: de limpeza.
Uma habilidade: comunicação.
Um lugar que gostaria de conhecer: Paris.
Uma lembrança marcante: o nascimento dos filhos.
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