Perfil

Ronaldo Siebel

Ronaldo Siebel, 35 anos, natural de Taquara, solteiro, é contato comercial do Jornal Panorama. Conte-nos sua trajetória profissional. Procurei o

perfil_roRonaldo Siebel, 35 anos, natural de Taquara, solteiro, é contato comercial do Jornal Panorama.

Conte-nos sua trajetória profissional.
Procurei o Panorama através de um anúncio do próprio jornal. Na época, estavam precisando de jornalista, e foi minha amiga Silvia Regina da Silva que me mostrou e me incentivou a marcarmos uma entrevista. No dia marcado, viemos os dois e nos foi pedido que criássemos uma matéria de curiosidade local ou regional. Estávamos no último ano do colégio e, apesar de eu ter curso de informática e meu teste vocacional ter resultado para o jornalismo, não tinha noção nenhuma da profissão. Por sermos muito “verdes” ainda, não fomos selecionados. Em seguida, o jornal precisava de alguém na parte financeira, e a Inge (Dienstmann, diretora comercial do Panorama) me pediu para conversarmos novamente. Eu estava procurando emprego e, no dia 23 de outubro, comecei a trabalhar no Panorama. Aos poucos, comecei a atender às demandas de anúncio de balcão e também a ir para a rua, fazendo contatos comerciais.

O que significa atuar no Panorama há 15 anos?
É uma cachaça, um vício. Não é algo que faço por fazer, mas, sim, porque gosto. Amo esse contato com as pessoas, saber de suas necessidades e poder apresentar um material que vai além das expectativas. É gratificante e muito legal ver a repercussão do trabalho.

Cite uma história que o marcou no jornal.
A história do anel penhorado, chega a ser cômica. Um cliente veio pedir orçamento de um anúncio para um registro social. Acertamos tudo e, na hora de pagar, ele tirou um anel do dedo para dar como garantia, dizendo que o pegaria de volta quando trouxesse o dinheiro. Eu disse que não precisava, mas foi o que ele fez.

Quais são suas principais características pessoais?
Ao mesmo tempo em que sou extrovertido, brincalhão, parceiro, também sou tímido, apesar de todos acharem que isso seja impossível. Sou ansioso, impaciente, gosto de estar no meu canto, mas também gosto de estar na rua, não consigo ficar muito tempo parado no mesmo lugar. Sou curioso, antenado, desbocado, tenho sempre uma resposta na ponta da língua e adoro estar com meus amigos.

O que gosta de fazer em suas horas vagas?
Gosto de caminhar, observando a arquitetura da cidade, os casarios antigos. Gosto também de estar com os amigos, com o nosso grupo de café, andar de bicicleta, amo rir, gargalhar, ir ao cinema e assistir a comédias. Também aprecio fotografar e ser fotografado. Tenho fotógrafos na família, mas gosto de ver a cena, a natureza, e apertar o botão, sem ficar pensando como seria uma foto se usasse determinado ângulo ou coisas assim.

O que considera mais importante ter aprendido com seus pais?
A humildade, o carinho e a união.

Conte-nos sobre sua passagem pelo LEO Clube de Taquara.
Para mim, foi um aprendizado de amadurecimento, quando passei a dar mais valor às pessoas menos favorecidas. O companheirismo também foi algo importante, pois, quando entramos num clube de serviços, conhecemos um outro integrante. É uma doação. Naquele período fui duas vezes consecutivas companheiro 100%.

Cite uma lembrança marcante: o adoecimento do meu pai. Sempre tive um pai presente, forte, que simplesmente foi se apagando.

O que o tira do sério: intolerância, impaciência e indiferença.

Quais são seus planos para o futuro?
Para mim, pensar em futuro é pensar em qualidade de vida, saúde e estar bem com quem a gente gosta.

Uma mania: adoro descobrir novidades na linha de chicletes, estou sempre comprando.

Estilo musical: electro house, dance e gosto também de MPB.

Um lugar: gostaria de conhecer a Polinésia Francesa. Mas um lugar que conheci e que tem uma energia sem explicação é estar em frente ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Mensagem: “Se um dia tombares, levanta de cabeça erguida e faz da queda um passo de dança e, dessa dança, a mais completa vitória”.

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