A reforma da praça Marechal Deodoro, que havia sido anunciada pelo prefeito Délcio Hugentobler, ainda antes da posse, como prioritária da sua segunda gestão, acabou esbarrando em exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. A situação obrigou o setor de Planejamento do município a refazer o projeto, privilegiando características originais que precisarão ser preservadas. A principal delas diz respeito às próprias finalidades de uso do logradouro público, que não são de recreação, como muitos imaginam, mas, sim, de civismo, contemplação, descanso e confraternização. A explicação é dada pela arquiteta Mirian Denise Pilger, que elaborou o projeto aprovado pelo IPHAE em novembro passado. Segundo ela, a ordem foi respeitar vários equipamentos e instalações que já fazem parte da história da praça, como o próprio muro lateral, luminárias, corrimões e bancos, os quais precisarão ser mantidos na nova configuração do espaço. O mesmo acontece com as árvores de espécies nativas plantadas no local, a exemplo da touceira de taquareiras que remete ao nome da cidade.
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