A especialização em determinadas áreas médicas e o maior aporte de recursos públicos, principalmente por parte do Estado e da União, são as alternativas defendidas pela prefeita de Parobé para contornar a crise financeira dos hospitais. No caso específico do município que administra, Gilda Kirsch (foto) cita que a Prefeitura realiza uma injeção anual de R$ 3,6 milhões para manter o hospital São Francisco de Assis. “É dinheiro que poderíamos investir numa série de obras que a comunidade reclama ou mesmo na qualificação do nosso próprio plantão médico e nos demais postos de saúde”, pondera.
Ainda sobre a situação do hospital São Francisco de Assis, destacou que a atual administração vem lutando para manter as finanças equilibradas. Mesmo assim, a casa possui uma dívida pendente de R$ 13 milhões junto ao INSS, adquirida no tempo em que ainda era gerida por uma associação particular, o que impede a obtenção do certificado de filantropia.


