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Prefeito de Rolante busca solução na Funasa para retomar obra de esgotamento sanitário

Obra teve início no ano de 2013
Foto: Divulgação/Prefeitura de Rolante

Paralisada desde o dia 17 de abril de 2020, a primeira fase da obra de esgotamento sanitário de Rolante é motivo de preocupação para o prefeito Pedro Rippel. Na tentativa de encontrar uma solução para a retomada dos trabalhos, Rippel esteve em Porto Alegre para se reunir com o superintendente estadual da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Charles Barragan, e o superintendente estadual substituto, Antonio Boszko.

A Fase I da obra, que compreende a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), redes e elevatória, teve início no ano de 2013, com previsão de conclusão no prazo de dois anos. Com orçamento inicial previsto de R$ 9.301.490,92, a obra está paralisada desde o dia 17 de abril de 2020, em função da falta de repasse de recursos da Funasa e de complementações ao projeto. 

De acordo com a prefeitura de Rolante, a cada ano que passa, sem a conclusão da obra, poderá haver reajuste sobre o trabalho que ainda falta ser executado. Valor este que saem dos cofres públicos para pagar a empresa o que, atualmente, representa R$ 1.099.488,22.

Durante a reunião, ocorrida na terça-feira (26), o prefeito Rippel, juntamente com advogados e engenheiros da prefeitura, além de representantes da Corsan e da empresa Dobil (responsável pela execução da obra), solicitou um panorama geral da situação, com o objetivo de retomar as atividades o mais rápido possível.

“Estamos muito empenhados em resolver esse problema. Não podemos deixar tantos recursos investidos sem funcionalidade e muito menos devolver quase R$ 10 milhões. Isso é inviável para qualquer município. A reunião com a Funasa foi a primeira etapa para tentarmos resolver este grande problema da obra de saneamento. Ainda precisamos nos reunir com a Corsan para tratar especificamente do outro contrato (Fase II da obra de esgotamento sanitário), que compreende a construção de redes, ramais, emissários e elevatórias”, salienta o prefeito de Rolante.

Até o final de fevereiro, o Departamento de Engenharia de Rolante deve apresentar os estudos e possíveis adequações ao projeto para a Funasa, que deverá analisar a documentação até o fim de março, e então definir um novo cronograma da obra.