Além da Apromin, que vai passar para o gerenciamento da Prefeitura, outra entidade assistencial de Taquara que vive momento delicado é o Lar Padilha, mantido pela Associação Beneficente Evangélica Floresta Imperial. Duas semanas atrás, a entidade informou ao Jornal Panorama que se a situação financeira não fosse solucionada até maio, o Lar Padilha fecharia as portas. Nesta semana, a Prefeitura de Taquara enviou para a Câmara de Vereadores projeto de lei prevendo convênio com a entidade para manter o abrigamento de adolescentes. Pela proposta, o Executivo deve pagar o montante de R$ 520,00 por adolescente, de janeiro até dezembro deste ano.
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