Em entrevista concedida à Rádio Taquara, o procurador do Município de Taquara, Fernando Luz Lehnen (Pituca), falou sobre o caso que envolve as reclamações trabalhistas dos ex-funcionários do hospital e o leilão do patrimônio da Sociedade Hospitalar de Caridade de Taquara (SHCT).
De acordo com ele, a Prefeitura estava disposta a fazer os repasses de R$ 25 mil por mês aos trabalhadores com salários em aberto desde que a casa de saúde havia sido requisitada. No entanto, a dívida da sociedade hospitalar envolvia outros trabalhadores que estavam sem receber seus direitos há mais tempo. Paralelamente a isso, a Administração Municipal começou a tratar da reabertura do estabelecimento de saúde. O processo envolveu obras que resultaram em investimentos no patrimônio da instituição, valores que, no entendimento do procurador, poderão ser compensados da indenização.
Segundo o advogado, a Administração Municipal entende que não há uma sucessão trabalhista e, por isso, a responsabilidade do custeio não é do Município, nem do Mãe de Deus, o qual qualificou como “um mero gestor”.
A respeito do leilão do patrimônio da sociedade hospitalar, Fernando aventou a possibilidade de o Município fazer o arremate. Ele afirmou ainda que, mesmo após o leilão, não será interrompido o atendimento na casa de saúde.
Carregando programação ao vivo...


