Nelson Martins comunicou, ao final da sessão de ontem, que a matéria enviada à Câmara pela Prefeitura será analisada em segunda votação na próxima segunda-feira. Na semana passada, numa reunião entre representantes de entidades lojistas, vereadores e camelôs, foi definido que o projeto terá uma redução no seu prazo de duração. Em vez de o auxílio ser pago por mais um ano, será por apenas nove meses, completando o que ficou pendente ainda do governo do ex-prefeito Délcio Hugentobler. Também está prevista a formalização dos comerciantes e está em estudo novo local para instalação do camelódromo. Ontem, a Câmara rejeitou, por nove votos a cinco, requerimento do vereador Valdecir Almeida que pedia a apresentação de documentos para embasar o projeto de lei. Almeida alegou que os requerimentos são exigidos pela lei de incentivo municipal, mas a maioria dos vereadores entendeu que, como na lei anterior de auxílio aos camelôs a documentação não foi solicitada, não era necessário pedir novamente.


