Num momento em que o Brasil discute problemas em estabelicmentos prisionais, reforçados pelos recentes episódios no Maranhão, vem do Presídio de Taquara alguns exemplos de ressocialização. Na cadeia taquarense, todos os detentos trabalham. Além disso: todos têm oportunidades de qualificação, seja com a alfabetização ou com cursos técnicos. Nesta semana, mais uma capacitação foi iniciada, de produção de hortaliças, que deverá culminar num projeto maior, de fornecimento de alimentos para entidades de Taquara, além do abastecimento do próprio presídio.
O curso de produção de hortaliças iniciado na segunda-feira teve como entidade parceira o Sindicato Rural do Vale do Paranhana, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Segundo o diretor do Presídio, Evandro Teixeira (na foto, com Norton e Luiz Felipe – do Sindicato Rural – à esquerda e o secretário municipal Paulo Muller, à direita), 14 detentos se inscreveram para receber os conhecimentos. Num primeiro momento, a capacitação ministrada por Norton Lúcio Santini enfocou cuidados de preparação da terra, noções de horta comercial e de plantação básica, além da produção de mudas e de substratos caseiros e o controle de pragas.
A direção do presídio, em conjunto com a do Sindicato Rural, explicou que a meta é, a partir deste curso, que encerrou na quarta-feira, iniciar outra capacitação no presídio, voltada à montagem de estufas.
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