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  RIO PARANHANA

Primeira parte do desassoreamento do Rio Paranhana entre Taquara e Parobé está quase concluída

Trabalhos da fase inicial devem ser concluídos em até uma semana
Foto: Divulgação/Prefeitura de Taquara

Iniciada no dia 29 de março, a primeira parte das obras de desassoreamento do Rio Paranhana, na divisa entre Taquara e Parobé, está quase concluída. Os trabalhos de desobstrução da passagem da água do rio, que tem como objetivo evitar o avanço da erosão em sua margem, estão ocorrendo no trecho que antecede a ponte que faz a divisa entre as duas cidades, na rua Tristão Monteiro, pelo lado de Taquara, e na avenida das Nações, em Parobé.

Conforme a prefeitura de Taquara, a obra está sendo executada através de um convênio entre os dois municípios, que juntos disponibilizam maquinário e mão de obra.

“É um trabalho muito importante o desempenhado pelas duas cidades. O desassoreamento beneficiará os moradores que vivem nas proximidades do Rio Paranhana, reduzindo as possibilidades de deslizamentos em caso de chuva”, salienta Sirlei Silveira, prefeita de Taquara.

Segundo o secretário de Obras e Serviços de Taquara, Bruno Cardoso, atualmente estão sendo utilizadas duas escavadeiras hidráulicas que realizam o desassoreamento, uma por Taquara e outra por Parobé.

“Após concluirmos a primeira parte, iremos com as duas escavadeiras para realizar os trabalhos após a ponte, para remover aproximadamente mil metros cúbicos de cascalhos”, explica Bruno. A primeira parte do desassoreamento deve ser concluída em até uma semana e a previsão é de que os trabalhos gerais terminem em até 30 dias.

Plantio de mudas nas margens do rio ocorrerá nos próximos dias

Os trabalhos de desassoreamento também passam pelo acompanhamento das secretarias de Meio Ambiente dos dois municípios. A bióloga da Secretaria de Meio Ambiente, Defesa Civil e Causa Animal de Taquara, Joana Conte, salienta que o projeto prevê a remoção de aproximadamente 11 mil metros cúbicos de sedimentos acumulados nos últimos anos, e que provocaram a erosão em sua margem.

“É uma iniciativa fundamental para que o escoamento do Rio Paranhana seja adequado, evitando prejuízos à população”, frisa a bióloga de Taquara.

Após a conclusão do desassoreamento, Joana conta que será realizado o plantio de gramíneas, uma família de plantas de vegetação rasteira que auxiliam na preservação dos solos. As mudas plantadas serão de azevém, capim-amendoim e capim-elefante, o que ajudará na estabilidade das margens do rio.