
A Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Cidadania lançou nesta semana o Programa de Orientação Familiar. A iniciativa, voltada para o combate às violações de direitos de crianças e adolescentes, busca amenizar situações de vulnerabilidade social enfrentadas por diversas famílias, oferecendo ferramentas para fortalecer os laços e romper ciclos de violação de direitos.
Os primeiros encontros ocorreram nos dias 25, 26 e 27 de novembro, reunindo famílias encaminhadas pelo Judiciário, Ministério Público, CREAS e Conselho Tutelar. Durante os encontros, foram realizadas palestras com os temas: “Valores que se constroem em casa e não na escola”, com Claudia de Cristo; “Conhecimentos teóricos que podem ajudar na educação”, com Liana Rodrigues e “Legislação ECA”, com Fernandes Vieira dos Santos.
O Programa é realizado com o apoio do Conselho Tutelar, Promotoria, Justiça, Vara da Infância e Juventude e toda a rede socioassistencial, e os encontros ocorrerão semestralmente, garantindo continuidade ao processo de conscientização e educação das famílias.
Famílias seguem acompanhadas periodicamente
Através de palestras conduzidas por voluntários das áreas de psicologia, serviço social, sociologia, direito e filosofia, temas como legislação de proteção, uso de redes sociais, sexualidade, drogas, comunicação e relacionamento familiar são abordados de forma didática.
O secretário Maurício Souza Rosa destacou que o programa nasceu da experiência com a Escola de Pais, atendendo famílias acompanhadas por serviços como o Serviço de Convivência, PAEF, CRAS e CREAS. Ele também é voltado para famílias que passaram por medidas protetivas, oferecendo a elas apoio para superar adversidades.
Além disso, o Programa de Orientação Familiar que seguirá acompanhando as famílias, servirá como base para o projeto Família Resiliente, que será lançado no próximo mês, ampliando o alcance e os impactos positivos dessa iniciativa.



