Cinquenta anos depois de sediar o Congresso que eternizou a Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Taquara viveu novamente um dos principais momentos da cultura gaúcha, com o Acendimento Nacional da Chama Crioula. Depois de partir da sede campestre do CTG O Fogão Gaúcho, os três mil cavalarianos que participaram do evento, segundo estimativas da Brigada Militar, chegaram ao Centro pouco antes das 16 horas. Liderados pelo presidente do MTG, Erival Bertolini, e pelo tradicionalista taquarense Marco Aurélio Angeli, eles percorreram toda a extensão da Júlio até o bico da Praça, marcando o início da solenidade.
O presidente dos Festejos da Chama Crioula e presidente da Associação Recanto Galponeiro, Aécio Gampert, agradeceu o apoio da população e o prestígio de todos. “A maioria das pessoas trabalharam voluntariamente para que o evento se realizasse”, ressaltou Gampert. A vice-prefeita Michelle Franck Sápiras disse que o evento é um resgate da tradição gaúcha. “Estamos muito emocionados. Taquara merece este lugar de destaque na história”, disse Michelle, lembrando trecho do hino de Taquara.
Para o prefeito Délcio Hugentobler, a história de Taquara revela a tradição cultuada pelo povo gaúcho. Ele fez um agradecimento a todos os visitantes que estiveram no município. O presidente da Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha (CBTG), Dorvílio José Calderan, ressaltou que a chama representa a força tradicionalista que será levada pelas Regiões Tradicionalistas aos diversos municípios do Estado.


