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Reunião reacende discussão sobre fechamento da Apromin

A interrupção das ati­vidades da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Apromin) em abril deste ano ainda é

A interrupção das ati­vidades da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Apromin) em abril deste ano ainda é um trau­ma para Taquara, que teve por mais de 70 anos o tra­balho da entidade. Esse é o resumo de uma reunião rea­lizada na quarta-feira à noi­te, no Ministério Público (foto), onde o assunto reabertura da Apromin voltou à pauta. A medida, contudo, acabou rechaçada em função da im­possibilidade de ser realiza­da neste momento.

Liderada por Maria Elena Steyer, a intitulada comis­são de recuperação da Apro­min, que trabalha desde a interrupção das atividades, explicou que conseguiu ar­regimentar 706 assinaturas de pessoas que querem se associar a entidade, tentan­do retomar o trabalho as­sistencial. Eles entregaram uma notificação extrajudi­cial à diretoria da Apromin, pedindo que sejam integra­dos ao quadro social, mas durante a reunião o advo­gado Sérgio Moreira, um dos integrantes da direto­ria, anunciou que o pedido será negado.

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