Uma nota veiculada no Panorama em julho passado chamou a atenção de um empresário taquarense, que procurou a redação para sugerir que o assunto fosse abordado em matéria mais ampla. Na ocasião, um cidadão queixou-se da “economia forçada” à qual estava sendo submetido nos supermercados, visto que os caixas tentavam colocar a maior quantidade de produtos possíveis numa única sacola plástica.
A redução que pode representar um auxílio à natureza, visto que as sacolas plásticas são vistas como inimigas número um do meio ambiente, acaba pesando nas mãos dos clientes. Enquanto isso, uma alternativa considerada “amiga da natureza” cumpre seu papel não apenas numa ida às compras, mas por um longo período. É a sacola ecológica confeccionada em TNT ou algodão.
Já a questão do lixo acondicionado nas sacolas plásticas pode ser resolvida com a compra de sacos biodegradáveis. “É um gasto a mais, mas representa uma contrapartida pelos anos que poluímos o Planeta. Além disso, faria abrir concorrência e baixaria o custo do produto, já que o mais caro é o mais exótico”, simplifica Kleber do Amaral, sócio de uma empresa de embalagens de Taquara.
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